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Neste final de semana, resolvemos fazer um bom almoço harmonizado por vinhos brancos e tintos e confesso que a surpresa foi a melhor possível.
Como entrada para o almoço, ervilha torta cozida no vapor de chimi churri, e shimeji refogado no shoyu e um toque de molho de ostras.
Iniciamos pelo Cuma Torrontés Orgânico, que levemente frutado remtendo a peras maduras e levemente cítrico abriu o apetite para o banquete. Não poderia ter sido melhor pelo clima e pelo paladar.
Como o prato principal foi uma ripa de costelinhas suinas ao molho de barbecue, nada melhor que um tinto pouco mais encorpado para harmonizar o paladar.
Para este, da casa Concha Y Toro, o Travessia num corte de Cabernet Sauvignon e Merlot. Acidez bastante equilibrada, custo benefício bastante razoável, e levemente encorpado.
Recomendo essa combinação para você que pretende fazer uma grande refeição entre amigos, já que esta carne deixou os pratos mais fantásticos!
O Cuma – Torrontés pode ser encontrado no mercado por cerca de R$ 30,00 e o Travessia da casa Concha y Toro na casa de R$ 18,00.
Valeu a pena a combinação. Apesar de não se configurar como um dos melhores exemplares que já degustei, confesso que este chileno não deixou muito a desejar. O corte Cabernet Sauvignon / Merlot foi bem elaborado
A única recomendação que faço é deixá-lo no Decanter por uns 20 minutos e saúde!
Neste final de semana, degustamos mais um vinho chileno de muito respeito: Espiritu de Chile.
De grande complexidade e bastante frutado, tem suaves aromas que remetem a baunilha, chocolate, cerejas e canela.
De safra 2006, tem teor alcoólico na casa de 14,5º, para ser apreciado por volta de 16º, este Gran Reserva cumpre bem o quanto vale.
Com tons rubis tem um custo benefício bastante razoável, na casa dos R$ 35,00. Uma boa pedida para uma lembrança neste natal.
Dia dos Pais chegando e você ainda se perguntando, qual vinho poderia dar de presente ao seu pai, ou ao seu sogro mais exigente. Realmente, se você quiser perder o rumo é tentar escolher um ou uma caixa de vinhos de boa qualidade.
Resolvi então fazer três posts: o primeiro darei algumas dicas de alguns exemplares “top”, e alguns acessórios para aqueles que apreciam um bom vinho, e tem um pouco mais de disponibilidade financeira para presentear.

Dentre as dicas vamos começar por Portugal e o vinho Quinta do Portal Colheita 2006. Este é um vinho com um bom custo benefício, uvas da região do Douro, com aroma intenso, frutado, taninos redondos, acidez refrescante. e graduação alcoólica por volta de 19ºe pode ser encontrado na casa dos R$ 75,00 na WINE
Outra dica fica por conta dos sul-africanos, que recomendo: Engelbrecht ELS Vineyards 2006. Foi com certeza um dos melhores, e com cortes balanceados assim distribuídos: 50% Cabernet Sauvignon, 23% Shiraz, 12% Merlot, 5% Petit Verdot, 5% Cabernet Franc e 5% Malbec – Preço R$ 120,00 na VINCI.
Como acessórios, não poderia deixar de recomendar um adega climatizada para 6 garrafas e aproveitamento de espaços em estantes num design bastante interessante.
Amanhã, mais algumas dicas de vinhos para o Dia dos Pais.

Comumente todos os aficcionados quando escrevem sobre vinho utilizam os aspectos usuais de categorização dos vinhos, como safra, procedência regional, e após, descrevem os dados sensoriais observados como o visual, olfato e os derivados do sabor imediato, ou que permanecem da degustação ou ficam em sua memória. O vinho Caballo Loco, da vinícola Valdivieso do Chile, vinicola popular, apresenta além disso tudo uma história de um experimento e um vinho, que não cita safra, ano, ou uma uva predominante . Assim através de cortes de diversas uvas selecionadas de anos diversos o Caballo loco vai do número 1 ao atual número 9 que carrega em seu bojo parcelas de partidas dos números anteriores. Assim temos, quando do envasamento de um Caballo Loco no seu DNA sempre um pouco das partidas anteriores, no 2 parte do 1, no 3 partes dos anteriores, e assim por diante até se chegar ao 9, o que sem dúvida é uma experiência interessante e revolucionária aos métodos tradicionais. Assim na elaboração dos vinhos de 1 a 9 , participaram vários enólogos, que manipularam cepas de Cabernet Sauvignon, Franc, Merlot, Shirah, Malbec, Pinot Noir e Carmenére.
Confira então esta experiência do que é um dos maiores vinhos do Chile .
Voltarei ao tema.
Para quem gosta e sempre pesquisa bons vinhos nacionais, agora tem três motivos para avaliar. São os vinhos ARINARNOA, ANCELOTTA E MARSELAN, comercializados pela casa Valduga.
Um pouco sobre eles:
Arinarnoa
Resultado do cruzamento entre uvas Merlot e Petit Verdot. Tem coloração rubi de média intensidade, portanto um vinho jovem e boa vivacidade. No aroma, boa intensidade de frutas vermelhas como cereja, morangos e amora. Agradável ao paladar tem boa estrutura, corpo e persistência do Merlot com as notas de especiarias do Petit Verdot. Graduação alcoólica: 13,92 º.
Ancelotta
Com coloração intensa, vermelho violáceo e também jovem. No aroma, a principal característica são as frutas vermelhas maduras e doces de ameixas, amoras e figos secos. Também aparecem notas de especiarias como a pimenta preta. Estruturado, com taninos doces e redondos, apresenta amplitude e bom corpo, com muita persistência gustativa. Graduação alcoólica: 13,8º.
Marselan
Elaborada pelo cruzamento entre Cabernet Sauvignon e Grenache, tem cor vermelho rubi com notas violáceas. No aroma, une a complexidade do Cabernet Sauvignon com o frutado característico da uva Grenache. Seus taninos maduros e sua persistência gustativa confirmam as notas aromáticas que também agradam o paladar. Graduação alcoólica: 13,70º.
Casa Valduga tel. (54) 2105.3122 ou no site

