Posts Tagged ‘Cabernet Sauvignon’

Neste final de semana, resolvemos fazer um bom almoço  harmonizado por vinhos brancos e tintos e confesso que a surpresa foi a melhor possível.

Como entrada para o almoço, ervilha torta cozida no vapor de chimi churri, e shimeji refogado no shoyu e um toque de molho de ostras.

Iniciamos pelo Cuma Torrontés Orgânico, que levemente frutado remtendo a peras maduras e levemente cítrico abriu o apetite para o banquete. Não poderia ter sido melhor pelo clima e pelo paladar.

Como o prato principal foi uma ripa de costelinhas suinas ao molho de barbecue, nada melhor que um tinto pouco mais encorpado para harmonizar o paladar.

Para este, da casa Concha Y Toro, o  Travessia num corte de Cabernet Sauvignon e Merlot. Acidez bastante equilibrada, custo benefício bastante razoável, e levemente encorpado.

Recomendo essa combinação para você que pretende fazer uma grande refeição entre amigos, já que esta carne deixou os pratos mais fantásticos!

O Cuma – Torrontés pode ser encontrado no mercado por cerca de R$ 30,00 e o Travessia da casa Concha y Toro na casa de R$ 18,00.

Valeu a pena a combinação. Apesar de não se configurar como um dos melhores exemplares que já degustei, confesso que este chileno não deixou muito a desejar. O corte Cabernet Sauvignon / Merlot foi bem elaborado

A única recomendação que faço é deixá-lo no Decanter por uns 20 minutos e saúde!

Hardy's Vintage Shiraz/Cabernet SauvignonAo final deste ano, posso dizer que encerro com chave de ouro após apreciar um vinho australiano com um amigo no North Grill em São Paulo. O surpreendente: Hardy’s Stamp of Australia – Vintage.

Sob o comando de Peter Dawson, a Casa Hardy’s vem desenvolvendo com maestria a uva Shiraz, e que no exemplar Vintage, o corte e a combinação com Cabernet Sauvignon apresentaram a real evolução deste continente.

Aromas de pimenta branca, cerejas e notas de baunilha bem marcantes. Na boca, sabores de frutas frescas, a baunilha novamente, evoluem. Passa por descanso em carvalho americano por 6 meses. Excelente custo benefício, pode ser encontrado por volta de R$ 39,00 no empório Santa Joana.

Além deste vinho, que recomendo, sugiro a você que assista ao vídeo, de muito bom gosto da Casa Hardy’s estabelecida desde 1853.

Dia dos Pais chegando e você ainda se perguntando, qual vinho poderia dar de presente ao seu pai, ou ao seu sogro mais exigente. Realmente, se você quiser perder o rumo é tentar escolher um ou uma caixa de vinhos de boa qualidade.

Resolvi então fazer três posts: o primeiro darei algumas dicas de alguns exemplares “top”, e alguns acessórios para aqueles que apreciam um bom vinho, e tem um pouco mais de disponibilidade financeira para presentear.

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Dentre as dicas vamos começar por Portugal e o vinho Quinta do Portal Colheita 2006. Este é um vinho com um bom custo benefício, uvas da região do Douro, com aroma intenso, frutado, taninos redondos, acidez refrescante. e graduação alcoólica por volta de 19ºe pode ser encontrado na casa dos R$ 75,00 na WINE

Outra dica fica por conta dos sul-africanos, que recomendo: Engelbrecht ELS Vineyards 2006. Foi com certeza um dos melhores, e com cortes balanceados assim distribuídos: 50% Cabernet Sauvignon, 23% Shiraz, 12% Merlot, 5% Petit Verdot, 5% Cabernet Franc e 5% Malbec – Preço  R$ 120,00 na VINCI.

Como acessórios, não poderia deixar de recomendar um adega climatizada para 6 garrafas e aproveitamento de espaços em estantes num design bastante interessante.

Amanhã, mais algumas dicas de vinhos para o Dia dos Pais.

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Sempre fui um apreciador de vinhos da américa do sul, bem estruturados e procuro avaliar cada taça sem preconceitos quanto a origem de cada vinho, pois cada um deles possui uma história.

Finca La Linda Cabernet Sauvignon

Finca La Linda Cabernet Sauvignon

A safra de 2007 do Cabernet Sauvignon que provei, traz um bom exemplar que com certeza recomendo. Pimenta-do-reino, framboesa e taninos jovens, são os aromas mais aparentes neste exemplar que passa por barris de carvalho franceses e americanos antes de ser engarrafado.

É um vinho com uma excelente custo benefício, na casa dos R$ 35,00. Bom para acompanhar queijos fortes, carnes vermelhas e comidas bem temperadas.

Saúde!

Você, apreciador de vinhos, já se perguntou quantas variedades de vinhos já passaram por seu paladar?

Certamente se avaliarmos terroirs, regiões, condições climáticas, veremos que essa infinidade de combinações permitiu ao homem apurar cada uma das uvas, mesmo nas condições mais adversas.

Dentre as principais cepas tintas, sem dúvida a uva Cabernet Sauvignon é aquela que mais gera vinhos de qualidade. Originária de Bordeaux. Nos vinhos tintos mais clássicos, costuma ser combinado com cepas como Merlot e Cabernet Franc. Na Califórnia foi uma das cepas que melhor se adaptou. or serem vinhos bem estruturados tem tons fortes, e sabores que remetem ao cassis, a menta, e a pimenta verde. cabernet_sauvignon

Espalhados pelo mundo, e graças a variedade de terroirs,  tem sabores mais suaves na região de Bordeaux e na Bulgária. Os sabores mais apurados ficam na Austrália e na Califórnia.

Algumas dicas de vinhos com esta cepa: o brasileiro Vinho Rio Sol, Reservado da Concha y Toro, da Califórnia o Stone Cellars 2006, o argentino Norton de 2005

Saúde!

panulNeste final de semana tive a oportunidade de experimentar dois exemplares que o Wal-Mart e o Sam´s Club trouxeram ao Brasil.  Obviamente não falo aqui de um Malbec e de um Cabernet Sauvignon nas cifras de 40/60/100 reais, mas de algo em torno de 15 reais que serve razoavelmente a sua mesa com boa qualidade e boa opção custo benefício entre vinhos chilenos.

Os vinhos Panul chegaram pelo Sul do país, no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Santa Catarina. Só em 2007, mais de 300 mil garrafas foram comercializadas na região. Com a linha disponível em todo o país, o Wal-Mart Brasil já estima comercializar 600 mil unidades em 2009, dobrando o número registrado no ano passado. Com cinco varietais tintos e dois brancos, a rede oferece os produtos por menos de R$ 10,00. Já as opções Reserve ficam na casa dos R$ 15,00.

O Panul Malbec tem corpo médio e é um tinto bem leve para acompanhar queijos leves, com aromas de ameixas maduras e notas de chocolate pouco amargo. Já o Cabernet Sauvignon é um pouco mais forte e encorpado mas que acompanha um bom queijo parmesão com propriedade.

Vale a pena conferir.

A Santa Helena é controlada pela gigante San Pedro, mas tem autônoma técnica. Seus vinhoa costumam ser altamente confiáveis como este reservado. O tinto mais simples da empresa, feito com uvas do Valle Central. Quase todos os vinhos baratos chilenos tem a denominação de Valle Central. Aroma agradável, não dos mais intensos, com um ligeiro toque vejetal. Na boca simples e gostoso com boa acidez. Um tinto simples, gostoso que dá vontade de continuar bebendo. Não é e nem tem a pretensão de se grande. Deve melhorar com mais tempo na garrafa, como ocorreu na degustação, com um certo tempo no copo. Na boca, macio, com algo de chocolate. Boa relação custo beneficio. O álcool bem comportado e equilibrado. Seu preço R$ 20,00)

Comumente todos os aficcionados quando escrevem sobre vinho utilizam os aspectos usuais de categorização dos vinhos, como safra, procedência regional, e após, descrevem os dados sensoriais observados como o visual, olfato e os derivados do sabor imediato, ou que permanecem da degustação ou ficam em sua memória. O vinho Caballo Loco, da vinícola Valdivieso do Chile, vinicola popular, apresenta além disso tudo uma história de um experimento  e um vinho, que não cita safra, ano, ou uma uva predominante . Assim através de cortes de diversas uvas selecionadas de anos diversos o Caballo loco vai do número 1 ao atual número 9  que carrega em seu bojo parcelas de partidas dos números anteriores. Assim temos, quando do envasamento de um Caballo Loco  no seu DNA sempre um pouco das partidas anteriores, no 2 parte do 1, no 3 partes dos anteriores, e assim por diante até se chegar ao 9,  o que sem dúvida é uma experiência interessante e revolucionária aos métodos tradicionais. Assim na elaboração dos vinhos de 1 a 9 , participaram vários enólogos, que manipularam cepas de Cabernet Sauvignon, Franc, Merlot, Shirah, Malbec, Pinot Noir e Carmenére.

Confira então esta experiência do que é um dos maiores vinhos do Chile .

Voltarei ao tema.

Um tinto do Valle de Del Rapel para quem gosta de vinhos bem potentes e alcoólicos. Este vinho é elaborado pela Vinícola Lapostolle que tem muito prestígio naquele paia. Este não está entre os mais representativos dessa importante vinícola.

O site da empresa diz que foi envelhecido em recipiente de carvalho, que não percebemos. O vinho já tem alguns anos e o aroma está um pouco tímido, pouco intenso. O Álcool começa a se manifestar no nariz, picando as mucosas. Por traz do álcool, as característica dos vinhos de massa elaborados com a Cabernet  Sauvignon.

Evocações vegetais com  habituais toques de eucalipto e algo mineral. N boca começa bem, com boa concentração de sabor, mas depois vai sendo dominado pelo álcool  (14,5%) que é o que se destaca mesmo. Acidez um pouco agressiva. Um tinto curto que desapareceu rapidamente da boca. (Frei Caneca – 3472-2082 – R$ 19,50)

O básico da gigante San Pedro, o segundo maior conglomerado vinícola do  Chile que tem sede em Curicó, mas faz vinho em muitos lugares do Pais. Vinho de denominação bastante genérica: Vale Central, que permite a utilização de uva dos Valles de Maipo, Rapel, Curicó e Maule.

Um tinto ainda muito jovem que deve ganhar com um pouco mais de tempo na garrafa, mas já dá prazer. Aroma agradável, bastante típico. Os toques vegetais comuns nos cabernets chilenos, algo mais floral, talvez lembrando violeta. Um aroma acima da média, na boca rodando agradável e fácil de beber. Macio, com taninos nada agressivos. Nada muito concentrado e com final nada agressivos. 13,5% álcool muito bem comportado. (La Pastina – 3383-7400 – R$ 19,50)

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