A harmonia é um conceito clássico que se relaciona às ideias de beleza, proporção e ordem.

É também um conceito musical relacionado com a emissão simultânea de diferentes frequências.

Ela trabalha com as sonoridades resultantes da sobreposição de diferentes notas.

 Quanto ao design, podemos definir harmonia como efeito da composição de formas, não de maneira aleatória, mas de modo que contornos e enchimentos sejam bem definidos, variando segundo um grau de importância pré- estabelecido e se relacionando com o esquema geral da organização do objeto.

Na enogastronomia , quando utilizamos a harmonia ou harmonização, combinamos diferentes características de um vinho como a acidez com o prato numa forma de “casar” um com o outro.

Entretanto muitas vezes vejo isso como uma forma de acobertar a incompetência do vinho.

Quantos vezes ouço “este vinho pede uma carne , uma massa etc. ..

Não sou enólogo , sou apenas um tomador de vinho, entretanto a mim vinho ruim não engana.

O bom vinho não pede ajuda de comida alguma , ele desce pleno , redondo , sem acidez ou qualquer tipo de agressão.

O vinho que está equilibrado , não precisa de “neutralizadores” gustativos.

Rubens Siqueira

 Stem Cell Gourmet Club

Presidente

Vinhos do Porto são daqueles vinhos pelos quais as pessoas se apaixonam profundamente ou então não dão a menor atenção. É muito difícil encontrar alguém que goste apenas um pouco deles. No dia 31 de agosto a Sbav-Rio (Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho) promoveu uma degustação com 7 vinhos do Porto da Taylor’s, provavelmente a mais premiada vinícola produtora desse tipo de bebida.

Conduzida por Eduardo Lopes, representante da empresa no Brasil, a degustação reuniu vinhos que surpreenderam pela ótima qualidade e preço razoavelmente acessível. No fim das contas, foi difícil alguém sair sem uma encomenda de algumas garrafas.

Os vinhos apresentados:

Chip Dry (branco) – A Taylor’s foi a primeira vinícola a produzir um Porto branco seco. Apesar de ser produzido praticamente

como um Porto tinto, nele são usadas apenas uvas brancas, o que lhe dá características próprias. O Chip Dry passa 3 anos em carvalho e mostrou-se suave no nariz e bastante refrescante. Com uma cor amarela, quase translúcida, pareceu ideal para a produção de drinks que possam ser servidos em dias quentes, como a maioria dos que temos no Rio.  Preço: R$ 94.

Fine Ruby – Apesar de um primeiro ataque no nariz menos potente que o da maioria dos ruby do mercado, esse foi uma das mais gratas surpresas da degustação. Com pequenos toques herbáceos e um final bastante longo, lembrando em muito frutas frescas, esse vinho se destacou pela forte concentração de cereja.  Depois de alguns minutos na taça seus aromas abriram, acentuando ainda mais a sensação de que, mesmo sendo um produto mais simples, foi desenvolvido com tremendo cuidado. Mais do que apenas acompanhar chocolates e queijos azuis, vai muito bem solo. Preço: R$ 69,60.

Fine Tawny – Como característica os tawny são menos doces e frutados que os ruby. O da Taylor’s segue essa mesma característica. No nariz se mostrou ainda um pouco alcoólico e com uma madeira levemente presente. Na boca apresentou taninos finos e um leve toque herbáceo. No fim das contas, mostrou-se um bom vinho, produzido com o cuidado característico da vinícola, mas não se destacou tanto quanto o ruby em relação às outras marcas. Preço: R$ 69,60.

Select Reserve – Aqui a coisa começou a ficar séria. Produzido a partir de uvas selecionadas e envelhecido por 3 anos em grandes cubas de madeira, o Select foi um grande salto de qualidade em relação ao ruby e ao tawny experimentados anteriormente. Ele seria um ruby melhorado, só que muito melhorado. Aromas fortes de fruta em compota e um sabor doce, sem ser enjoativo e com o álcool totalmente integrado, é uma opção mais que interessante para quem quer fazer bonito com os amigos sem gastar muito. O seu preço – R$ 73,40 – mostrou-se uma pechincha. Altamente recomendado.

First Estate Reserve – A grande estrela da noite no quesito custo/benefício. Produzido com uvas do 1º vinhedo da Taylor’s, comprado em 1744. O First Estate é envelhecido durante quatro anos em carvalho, estando pronto para o consumo assim que chega ao mercado. O vinho apresenta uma cor quase negra e um nariz super elegante. Na boca é sedoso e com taninos bastante suaves. É uma evolução bastante sensível em relação ao ruby e até mesmo ao Select. Foi o mais comprado após a degustação. Preço: R$ 82.

LBV – Criação da Taylor’s e que hoje é produzido por todas as grandes vinícolas, o LBV (Late Bottled Vintage) é elaborado a partir de uvas da mesma colheita – no caso a 2005 – e envelhece de 4 a 6 anos em barrica. O LBV chega mesmo a ser o Vinho do Porto mais consumido dentro da própria Taylor’s. Com uma cor ainda mais escura quer o First Estate e sendo mais suave tanto no nariz quanto no paladar, ele é um dos rótulos mais refinados da empresa, embora sua qualidade não seja tão superior ao First Estate quanto o seu preço é: R$ 144.

Tawny 10 anos – O mais jovem dos tawny envelhecidos (experimentem o 20, 30 e, principalmente, o 40 anos), ele tem uma cor mais clara, com reflexos aloirados. O aroma é indescritivelmente envolvente e na boca deixa um gosto acentuado de mel e amêndoas. Foi o último a ser servido e deixou o meu Nieport no chinelo. Preço: R$ 159.

Bons momentos obrigam a ter o binômio boa comida e vinhos de qualidade. Isto pode ser encontrado no Mousse Cake do Shopping de S.J. do Rio Preto.

Em um local agradável e com um cardápio elaborado, características desta franquia, o que chama a atenção é a sua carta de vinhos. Albergando vinhos de todas as nacionalidades, os italianos se destacam e procedem de regiões consagradas como Piemonte e Toscana para exemplificar. Dentre eles com custo benefício excelentes podemos citar o Bellamarsilia Morellino di Scarsano DOCG 2008 produzido pela Poggio argentierA Digianpaolo Paglia com 13,5% de graduação alcoólica e que apresenta em sua composição Sangiovese 85%; Alicante 5%; Cilegiolo 10%.

Este vinho tinto vai muito bem com um Filet mignon a Macadamia com vegetais refogados, e a sua procedência é a localidade de Grosseto em plena Toscana.

Passeios podem ser feitos diretamente na imagem abaixo, no site www.poggioargentiera.com ou no restaurante acima citado.

Grosseto- Itália

 

Era aniversário da sogra……..não reclamou e ficou alegre.

Milton Artur Ruiz

O italiano Luca Gardini, de 29 anos, eleito o melhor sommelier do mundo no concurso que aconteceu em Santo Domingo, em 2010, fará degustação dirigida, na próxima quarta-feira, na recém-inaugurada Enoteca DOC, na Av. Marechal Floriano, 32, no centro do Rio de Janeiro. Misto de winebar e gastrobar, o espaço também será destinado a cursos e eventos voltados para os amantes do vinho.

Durante a degustação de vinhos e espumantes italianos, Gardini contará sua singular trajetória. Em menos de seis anos, recebeu três prêmios – foi eleito o melhor sommelier da Itália em 2004, da Europa em 2009 e do mundo em 2010. Atualmente, atua no restaurante Cracco, em Milão, na Itália.

A notícia é de estarrecer, mas saiu recentemente no jornal  A Folha de S. Paulo de 28 de julho de 2011. Uma garrafa rara do famoso vinho de Sauternes de 1811 foi arrematada por um sommellier Francês por 75 mil libras o que equivale  a 120 mil dólares. Em reais nestes tempos é bom perguntar ao Mantega.Segundo a noticia a garrafa foi considera autentica  e segundo o seu comprador a mesma ficará exposta em Bali na Indonésia em uma vitrine blindada.

Vale a pena pesquisar e saber um pouco mais deste castelo que já foi hospital na segunda grande guerra e que tem história de produção de vinho antes da descoberta do Brasil.

Algumas fotos serão colocadas a guisa de ilustração para que os que nos visitarem sejam estimulados a darem pulo a Bordeaux ou então passearem por sua história e galeria de fotos.

Só para aquecer lá tem muito mais.

Milton Artur Ruiz

Publicamos um texto que dá para pensar nestes tempos de Ministério do Transporte, Copa, Olimpíadas, Itaquerão e outras mais. Tempo de idiotas impunes e imodestos.

O texto é de autoria de Didu Russo (espero que não saia tão mutilado em relação ao original) bem conhecido no mundo do vinho e que me foi fornecido pelo amigo Nilson Roberto, Sommelier encarregado do Makro Specialle15 de S.J. do Rio Preto,SP .

 “Sei que para quase todo o mundo o Brasil parece ser a “tábua da salvação”, “a bola da vez”, principalmente para os produtores de vinho europeu que ainda vivem uma crise séria. Porém é preciso que os vinhateiros europeus se dêem conta da realidade brasileira.

Por exemplo, quando se diz que no Brasil o consumo é de 2 litros per capita/ano, não se diz que 1,6 litros é de vinho de mesa, que no Brasil é feito com uvas americanas. São os conhecidos e populares vinhos de “garrafão”. Depois, é preciso saber que 80% desses 0,4 litros per capita de vinhos finos, está na faixa de até R$18,00 o que seria hoje cerca de U$10,00 nas prateleiras de supermercado, depois de toda a carga de tributos e impostos, vinhos que saíram de suas origem por volta de €1,00, ou até muitas vezes menos. Portanto, um mercado ainda a ser construído. É preciso saber que existem hoje em oferta nada menos que 22 mil rótulos de vinhos, para um consumidor absolutamente desinformado da bebida, que não é capaz de citar sequer três castas de uva.

É importante saber que aqui no Brasil, via de regra, sentamos num restaurante, bebemos 1 garrafa de vinho e pagamos 16. E sabem quem fica com as outras 15 garrafas?

Vejam abaixo. Como o preço do vinho aumenta

Vamos tomar por base um vinho que venha do Velho Mundo a digamos, R$3,60 que seriam cerca de U$2,00 na origem, e vamos agregar toda a cadeia de custos e impostos, taxas, e margens dessa garrafa na origem até a sua mesa.

• R$0,30 de Pick Up (significa retirar a mercadoria da vinícola e colocá-la em algum lugar até o embarque).

• R$0,05 de Consolidação (significa juntar algumas outras caixas de alguns outros produtores até formar seu container).

• R$0,35 de frete “Reefer” (que é o container refrigerado, sim estes meus amigos contratam mesmo o refrigerado).

 • R$0,42 de Despesas Portuárias + R$0,07 de seguro + R$0,15 de Despachante e chegamos ao sub-total 1 de R$4,94.

 • Então entramos no Imposto de Importação que soma mais R$1,33 e IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) que são R$1,08 para chegarmos ao sub-total 2 de R$7,35.

• A partir daí incide o PIS (Plano de Integração Social) com R$0,14 e o COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) de R$0,68 e chegamos ao sub-total 3 de R$8,17.

• Partimos então para o ICMS “normal” na entrada (veja que simples de entender…) de R$2,72 e aquela garrafa de R$3,60 já está custando R$10,90.

• Entramos então na margem do importador, que varia muito de um para outro. Eu considerei aqui um modesto empresário que coloca 45% sobre a venda, neste caso um valor de R$8,92 (mas é importante notar que este valor inclui 7% de impostos na venda (PIS e COFINS – novamente e mais CSLL e IRPJ) + a diferença de ICMS normal entre entrada e saída) e ainda custos de administração, amostras para o Ministério, depósito refrigerado, divulgação, entrega, comissão de vendas, catálogos, custo financeiro de manutenção de estoques e perdas com produtos estragados.

A esta altura, nosso vinho que era R$3,60 lá no produtor, sai do importador a um preço de venda para pessoas jurídicas de R$19,82.

• Então, acrescenta-se aí ICMS normal de saída com R$2,23 e a ST (que é a Substituição Tributária, que obriga o vendedor a recolher em nome do comprador 25% sobre uma margem de lucro que o próprio governo estimou!… no caso 67,82%, acredite se quiser…); isso dá mais R$3,36, o que leva aquele nosso vinho de R$3,60 para R$23,17.

• Mas os distribuidores, lojistas e restaurantes precisam ganhar e para que eles possam vender o vinho a um preço próximo do preço que o importador pratica para o consumidor final, o importador coloca então 40% de margem para eles. Pronto, nosso vinho de R$3,60 chegou a R$38,62!

• Então o restaurante (que pagou R$23,17), coloca na carta a R$60,00 só para arredondar, afinal se o vinho custar barato ninguém acha que é bom, não é mesmo? Resumindo Os consumidores brasileiros pagam R$60,00 + R$6,00 de “caixinha”, que é o serviço, para tomar uma garrafa de vinho.

 Espero ao menos que tenham gostado… Então o restaurante ficou com R$36,83 para guardar essa garrafa de vinho em temperatura correta e servir em taça adequada ( As vezes isto não ocorre). O Governo ficou com R$10,65. O importador ficou com R$8,92 para bancar toda essa operação e trazer para sua mesa a garrafa de vinho.

O produtor, alguém mais próximo de nós, pois ficou numa garrafa só também, trabalhou a terra por um ano, rezou para que o tempo fosse bom, que não chovesse na época errada, cuidou durante um ano das suas videiras, colheu toda ela, vinificou, afinou o vinho, engarrafou, arrolhou, etiquetou, embalou e daqueles seus R$60,00 recebeu R$3,60.

Que tal? É o Brasil brasileiro e os brasileiros acham graça…

Grande potencial

Porém, o potencial deste mercado é enorme e merece uma atenção que parece ninguém ter dado ainda. O vinho está na moda neste momento, porém ainda com a falsa imagem de um produto de aristocracia. Uma coisa ridícula, mas que faz parte de uma sociedade nova e principalmente “nouveau-riche”. De qualquer forma, é muito importante que esteja na moda. O espumante cresce o triplo do que outros vinhos, o que está ajudando a incorporar consumidores e abrindo caminho para o vinho branco que quase não se vende no Brasil.

 O potencial é tão grande que basta citar dois dados: o mercado das cervejas “Premium”, que não existia poucos anos atrás, hoje representa um mercado dez vezes maior em litragem do que o mercado de vinhos finos!!!! Se pensarmos que os cerca de 115 milhões de garrafas de vinho fino consumidas por ano no Brasil representam pouco mais de 2,2 milhões de pessoas bebendo 1 garrafa de vinho por semana, é fácil perceber como esse mercado pode crescer.

Existem hoje no Brasil 30 milhões de famílias com renda mensal que permite consumir 1 garrafa de vinho por semana. Mas por que não fazem? Simples, não há cultura. A cultura é da caipirinha, da cerveja, e não do vinho. Então, já que o vinho está de moda, por que não aproveitar esse momento e difundir todos os benefícios do vinho e criar essa cultura saudável? Que outra bebida pode dizer que faz bem à saúde, respaldada por mais de 2 mil estudos científicos a respeito desses efeitos benéficos?

O mercado está aí para quem tiver dinheiro, boa informação e vontade. Será que o momento chegou? “

 Que tal gostaram?. …….

Agora vou abrir uma garrrafa adquirida no Makro Speciale e pensar nas 15 que faltam em minha adega.

Milton Artur Ruiz

Quando do honroso convite para escrever um pouco sobre “Nossos vinhos”, percebi o quanto os brasileiros deveriam ser entusiasmados. Poucos têm conhecimento dos tesouros existentes em nosso território, com tamanha riqueza natural e cultural que nunca poderá ser expressa apenas através de palavras, mas vou tentar fazer um misto de cultura e paixão.

A vitivinicultura brasileira evoluiu de maneira extraordinária nas duas últimas décadas, e o Brasil produz hoje vinhos de boa qualidade. É preciso, no entanto, que o brasileiro deixe de comparar os nossos vinhos com os estrangeiros. A rigor não se pode comparar vinhos de regiões diferentes, uvas diferentes e tipos de vinificação diferentes, que lhes conferem estilos diferentes. O vinho brasileiro de qualidade tem o seu estilo.

Os brancos são adequados ao nosso clima, frutados, refrescantes, para serem consumidos jovens e já alcançaram um nível de qualidade que ultrapassa muitos vinhos brancos de países de tradição vinícola. Situada nas montanhas do nordeste do estado do Rio Grande do Sul, a região da Serra Gaúcha é a grande estrela da vitivinicultura brasileira, destacando-se vários municípios como Bento Gonçalves, Caxias do Sul e Garibaldi, entre outros, pelo volume e pela qualidade dos vinhos que produzem. Esta região está próxima das condições geo-climáticas dos melhores vinhedos do mundo, mas as chuvas costumam ser excessivas, exatamente na época que antecede a colheita, período crucial à maturação das uvas.

Por essa razão, os viticultores da Serra Gaúcha são verdadeiros heróis: obstinados, enfrentam adversidades da natureza, extraindo da terra o que de melhor ela pode lhes dar e conseguem, com trabalho árduo e investimentos em tecnologia, produzir vinhos que surpreendem e melhoram em qualidade a cada dia.

Bento Gonçalves aloja grande parte das mais prestigiadas vinícolas do país. O Vale dos Vinhedos situado na parte sul do município é um festival de cores, aromas e sabores para seus visitantes, com vinhedos e cantinas vinícolas, investindo no turismo enogastronômico. Quando falamos de vinhos brasileiros devemos obrigatoriamente sugerir uma visita ao vale dos vinhedos, pois sem dúvida todos sairão de lá embriagados pelo carinho local e poderão reconhecer a dedicação de várias gerações de vitivinicultores à elaboração dos vinhos que encontramos nas nossas adegas. Cada pequeno lote tem sua história, desde o plantio das primeiras cepas pelos colonos a atual modernização do plantio e elaboração dos mais requintados vinhos nacionais. É fácil ser contagiado pela paixão ao vinho dentro de cada vinícola visitada, onde somos convidados a degustar produtos elaborados com muita atenção. Não é possível definir qual o melhor vinho brasileiro, pois acredito que cada um é o melhor dentro de seu contexto. Temos fantásticos espumantes, excelentes varietais tendo como base as cepas merlot e tannat, maravilhosos cortes com composições contendo cabernet sauvignon, merlot e tannat em diversas percentagens e ainda alguns varietais e cortes não tão divulgados contendo Ancellota, Alicante Bouschet, Refosco, Touriga Nacional, Tempranillo, Petit Verdot, Cabernet Franc, Egiodola, Teroldego e outras. Alguns não podem deixar de serem degustados.

Uma imensa lista poderia ser citada aqui, mas fica a sugestão para que todos provem os diversos sabores do Brasil parafraseando Emile Peynaud: “Aos amantes do vinho”.

Vocês são o elo mais importante da corrente. Se há maus vinhos, é porque há maus bebedores.

Cabe ao consumidor desencorajar os produtores de vinhos ruins”.

Emerson Ciorlin

O próximo concurso mundial de Bruxellas é tradicional e aberto a produtores de todo o mundo   e ocorrerá na cidade de Guimarães,Portugal, em maio de 2012. Este concurso da produção vinícola foi criado em 1994 e é famoso pela participação de vinhos de todo o mundo, mas nos dias de hoje não se realiza mais sómente na cidade de Bruxelas.  Desde o ano de 2006 a organização decidiu promover estes eventos fora de suas fronteiras, tendo já sido realizado em Lisboa, Maastrich,Bordeaux, Valencia,Sicilia e Luxemburgo que já foram sedes do evento.

 Dentre os eventos da organização encontra-se o  Concours Mondial Savignon Blanc que foi realizado em Bourdeaux e premiou vários vinhos com medalhas de ouro (vide no blog informações sobre o Cipreses da Casa  Marin).

Abaixo alguns vinhos que foram aquinhoados com o troféu especial os vinhos abaixo citados:

           

Itália                  

Friuli Venezia Giulia www.boscodelmerlo.it

França

 Château Haut-Mayne Cuvée Mayne du Cros 2009

Graves Blanc  SA Vignobles Boyer (Producer) www.chateauducros.com

 Château Mériguet 2010

 Nova Zelandia

Clos Henri 2010

Marlborough  SAS Henri Bourgeois (Producer) www.henribourgeois.com

 Vale a pena conferir e pesquisar sobre o concurso.

Milton Artur Ruiz

Uma das novidades da ExpoVinis Brasil foi o WineTag, um projeto inédito que possibilitou ao público eleger os melhores rótulos do evento. Por meio de totens dispostos na saída do Pavilhão Vermelho, os visitantes atribuíram notas e fizeram comentários sobre os vinhos degustados. Além disso, o público pôde conhecer todos os ‘candidatos’ através de QR Codes (uma espécie de código de barras em duas dimensões) que foram fixados na frente de cada estande. O QR Code funcionou como um cardápio, em que os visitantes puderam saber as informações de cada expositor (contatos, localização da vinícola/loja e produtos em exposição).

A Casa Valduga, vencedora do Top Ten na categoria Espumante Nacional com o ícone 130 Anos, também ganhou a eleição do público, que votou no Maria Valduga (lançamento da vinícola) como o Melhor Espumante do evento. Também venceram o Pizzato Chardonnay Reserva (Branco Nacional), Santo Emílio Leopoldo Cabernet Sauvignon Merlot (Tinto Nacional), Casa de Sarmento Maria Gomes (Branco Importado), Herdade do Esporão Petit Verdot (Tinto Importado) e Bacalhôa Moscatel de Setúbal DOC (Doce/Fortificado).                                                      

Milton Artur Ruiz

Foi bem sucedida a recente participação dos Vinhos do Alentejo na Expovinis Brasil 2011.

O Brasil que atualmente lidera as importações de Vinhos do Alentejo,  e apresentou um crescimento de 45% no último ano. No estande institucional da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) estiveram representados um total de 14 produtores, tendo ainda a CVRA promovido duas provas temáticas com grandes vinhos desta região portuguesa.

Junto ao estande o sommelier português Manuel Moreira e o jornalista brasileiro Jorge Lucki orientaram as provas e degustações. A presidente Dora Simões da CVRA – Comissão Vitivinícola Regional Alentejana feliz coma participação na Expovinis, cita que a entidade criada em 1989 tem função precípua de certificar os vinhos DOC do Alentejo e o vinho Regional Alentejano sendo a responsável pela promoção dos vinhos da região nos mercados nacionais e internacionais.

A atividade da CRVA é financiada por meio da venda dos selos de certificação que integram os contra-rótulos dos Vinhos do Alentejo.

Maiores informações destes vinhos pode ser encontrada em www.vinhosdoalentejo.pt

Milton Artur Ruiz

Busca
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.