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	<title>The Wine Is On the Table &#187; Vinhos tintos</title>
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	<description>Sirva-se com o melhor do mundo dos vinhos!</description>
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		<title>Celler Malondro &#8211; Besllum 2008 &#8211; Garnatxa /Cariñena</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 15:47:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Milton Ruiz</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecendo]]></category>
		<category><![CDATA[Grenache]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Besllum]]></category>
		<category><![CDATA[Cariñena]]></category>
		<category><![CDATA[Celler Malondro]]></category>
		<category><![CDATA[Cornudella del Montsant]]></category>
		<category><![CDATA[Garnatxa]]></category>

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		<description><![CDATA[A experiência em degustar um tinto, potente e encorpado como o Besllum 2008, um blend de Garnatxa (50%) e Cariñena(50%) nos obriga a conhecer um pouco mais da região de Tarragona. De boas lembranças a cidade está localizada a 100 quilômetros ao sul de Barcelona e guarda tesouros de uma cidade da Roma antiga. Pacata e afável [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1095" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.thewineisonthetable.com/2011/12/celler-malondro-besllum-2008-garnatxa-carinena/cornudella-del-montsant/" rel="attachment wp-att-1095"><img class="size-medium wp-image-1095" title="" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2011/12/CORNUDELLA-DEL-MONTSANT-300x116.png" alt="" width="300" height="116" /></a><p class="wp-caption-text">CORNUDELLA DEL MONTSANT</p></div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">A experiência em degustar um tinto, potente e encorpado como o Besllum 2008, um blend de Garnatxa (50%) e Cariñena(50%) nos obriga a conhecer um pouco mais da região de Tarragona.</div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">De boas lembranças a cidade está localizada a 100 quilômetros ao sul de Barcelona e guarda tesouros de uma cidade da Roma antiga. Pacata e afável com um mini coliseu a região de Tarragona alberga as famosas Cellers del Priorat.  </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">Nela estão as vinícolas com Denominação de Origem Qualificada &#8211; DOQ Priorat e DO Montsant de onde provém o vinho que é o responsável por toda esta história.    </div>
<div class="mceTemp mceIEcenter">
<p>A história da Celler Malondro,produtora do Besllum 2008, começa com uma família de produtores de uva que colocaram seu suor e lágrimas no solo para as gerações futuras. Em 2000, duas famílias  se juntaram e criaram o Celler Malondro em Cornudella de Montsant com o objetivo de  produzir vinhos artesanais de alta qualidade com uvas autóctones de mais meio século do seus vinhedos.</p>
<p>Os produtores informam que estes vinhedos se  localizam entre 500 e 800 metros de altitude e  as cepas cultivadas são a Garnatxa, Carinyena, Macabeu e Roja Garnatxa (rosa Garnatxa). Os solos são basicamente de diferentes percentagens de ardósia, giz, areia e rocha.</p>
<p>Uma peculiaridade é que eles projetaram um sistema de trellising (trançado) único sobre si mesmos e as videiras estão alojados dentro de uma estrutura de metal, o que permite segundo os produtores maior ventilação entre as vinhas, bem como uma superfície superior mais exposta para as folha. Triplicando a superfície , a folha absorve mais luz, o que coloca uma maior pressão sobre a videira. Com  maior pressão sobre a videira, obtém-se  melhores  uvas segundo os produtores.</p>
<p>Ainda segundo os produtores e antes do blend final e definição dos seus produtos eles realizam várias festas e  experimentações no conjunto dos vinhos  maturados em barris de carvalho francês de 15 a 18 meses.</p>
<p>Isto posto, com este conto e após a degustação deste vinho,  sugiro aos viajantes e turistas que forem a Barcelona, saltarem dentro de um trem na Estação de Saints,darem uma  passada por Sitges para um banho de mar ( não se assustem com as liberalidades) e cheguem a Tarragona. Lá se decidam entre os 26 Cellers del Priorat ou os nove de Montsant e que constam das rotas turísticas dos vinhos.</p>
<p>Em tempo, a Celler Malondro não consta das rotas tradicionais, mas não será dificil encontrá-la em um município que só tem 1000 habitantes.</p>
<p>Milton Artur Ruiz</p>
</div>
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		<title>Degustação de Vinhos do Porto Taylor’s &#8211; Sbav-RJ 31/08/2011</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Sep 2011 14:10:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Feroli</dc:creator>
				<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Português]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos tintos]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinhos do Porto são daqueles vinhos pelos quais as pessoas se apaixonam profundamente ou então não dão a menor atenção. É muito difícil encontrar alguém que goste apenas um pouco deles. No dia 31 de agosto a Sbav-Rio (Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho) promoveu uma degustação com 7 vinhos do Porto da Taylor’s, provavelmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><a href="http://frasesdavida.files.wordpress.com/2011/09/degustac3a7c3a3o-portos-i.jpg"><img class="aligncenter" style="border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 4px; margin-bottom: 4px; border-width: 0px;" title="Degustação Portos I" src="http://frasesdavida.files.wordpress.com/2011/09/degustac3a7c3a3o-portos-i.jpg" alt="" width="500" height="281" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Vinhos do Porto são daqueles vinhos pelos quais as pessoas se apaixonam profundamente ou então não dão a menor atenção. É muito difícil encontrar alguém que goste <em>apenas um pouco</em> deles. <strong>No dia 31 de agosto a <a href="http://www.sbav-rio.com.br/" target="_blank">Sbav-Rio (Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho)</a></strong> promoveu uma degustação com<strong> 7 vinhos do Porto da Taylor’s</strong>, provavelmente a mais premiada vinícola produtora desse tipo de bebida.</p>
<p>Conduzida por<strong> Eduardo Lopes</strong>, representante da empresa no Brasil, a degustação reuniu vinhos que surpreenderam pela ótima qualidade e preço razoavelmente acessível. No fim das contas, foi difícil alguém sair sem uma encomenda de algumas garrafas.</p>
<p>Os vinhos apresentados:</p>
<p><img class="alignright" style="border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; margin-left: 4px; margin-right: 4px; border-width: 0px;" title="Chip Dry Taylor's" src="http://frasesdavida.files.wordpress.com/2011/09/chip-dry-taylors.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p><strong>Chip Dry</strong> (<strong>branco</strong>) – A<strong> Taylor’s</strong> foi a primeira vinícola a produzir um Porto branco seco. Apesar de ser produzido praticamente</p>
<p>como um Porto tinto, nele são usadas apenas uvas brancas, o que lhe dá características próprias. O <strong>Chip Dry</strong> passa 3 anos em carvalho e mostrou-se suave no nariz e bastante refrescante. Com uma cor amarela, quase translúcida, pareceu ideal para a produção de drinks que possam ser servidos em dias quentes, como a maioria dos que temos no Rio.  <strong>Preço: R$ 94</strong>.</p>
<p><strong>Fine Ruby</strong> – Apesar de um primeiro ataque no nariz menos potente que o da maioria dos ruby do mercado, esse foi uma das mais gratas surpresas da degustação. Com pequenos<em> toques herbáceos</em> e um final bastante longo, lembrando em muito frutas frescas, esse vinho se destacou pela <strong>forte concentração de cereja</strong>.  Depois de alguns minutos na taça seus aromas abriram, acentuando ainda mais a sensação de que, mesmo sendo um produto<em> mais simples</em>, foi desenvolvido com tremendo cuidado. Mais do que apenas acompanhar chocolates e queijos azuis, vai muito bem<em> solo</em>. <strong>Preço: R$ 69,60</strong>.</p>
<p><strong>Fine Tawny</strong> – Como característica os tawny são menos doces e frutados que os ruby. O da<strong> Taylor’s</strong> segue essa mesma característica. No nariz se mostrou ainda <em>um pouco alcoólico</em> e com uma madeira levemente presente. Na boca apresentou taninos finos e um leve <em>toque herbáceo</em>. No fim das contas, mostrou-se um bom vinho, produzido com o cuidado característico da vinícola, mas não se destacou tanto quanto o ruby em relação às outras marcas. <strong>Preço: R$ 69,60</strong>.</p>
<p><strong>Select Reserve</strong> – Aqui a coisa começou a ficar séria. Produzido a partir de uvas selecionadas e <strong>envelhecido por 3 anos em grandes cubas de madeira</strong>, o<strong> Select</strong> foi um grande salto de qualidade em relação ao ruby e ao tawny experimentados anteriormente. Ele seria um <em>ruby melhorado</em>, só que muito melhorado. Aromas fortes de fruta em compota e um sabor doce, sem ser enjoativo e com o álcool totalmente integrado, é uma opção mais que interessante para quem quer fazer bonito com os amigos sem gastar muito. O seu preço – <strong>R$ 73,40</strong> – mostrou-se uma pechincha. <strong>Altamente recomendado</strong>.</p>
<p><strong>First Estate Reserve</strong> – A grande estrela da noite no quesito custo/benefício. Produzido com uvas do 1º vinhedo da <strong>Taylor’s</strong>, comprado em <strong>1744</strong>. O <strong>First Estate</strong> é envelhecido durante quatro anos em carvalho, estando pronto para o consumo assim que chega ao mercado. O vinho apresenta uma cor quase negra e um<em> nariz</em> super elegante. Na boca é <em>sedoso</em> e com taninos bastante suaves. É uma evolução bastante sensível em relação ao ruby e até mesmo ao <strong>Select</strong>. Foi o mais comprado após a degustação. <strong>Preço: R$ 82</strong>.</p>
<p><strong><a href="http://frasesdavida.files.wordpress.com/2011/09/tawny-taylors.jpg"><img class="alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial; margin-top: 6px; margin-bottom: 6px; margin-left: 4px; margin-right: 4px; border-width: 0px;" title="Tawny Taylor's" src="http://frasesdavida.files.wordpress.com/2011/09/tawny-taylors.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></strong><strong>LBV</strong> – Criação da Taylor&#8217;s e que hoje é produzido por todas as grandes vinícolas, o <strong>LBV (Late Bottled Vintage)</strong> é elaborado a partir de uvas da mesma colheita – no caso a <strong>2005</strong> – e envelhece de 4 a 6 anos em barrica. O <strong>LBV</strong> chega mesmo a ser o <strong>Vinho do Porto mais consumido dentro da própria Taylor&#8217;s</strong>. Com uma cor ainda mais escura quer o <strong>First Estate</strong> e sendo mais suave tanto no nariz quanto no paladar, ele é um dos rótulos mais refinados da empresa, embora sua qualidade não seja tão superior ao <strong>First Estate</strong> quanto o seu preço é: <strong>R$ 144</strong>.</p>
<p><strong>Tawny 10 anos</strong> – O <em>mais jovem</em> dos tawny envelhecidos (experimentem o 20, 30 e, principalmente, o 40 anos), ele tem uma cor mais clara, com<em> reflexos aloirados</em>. O aroma é<em> indescritivelmente envolvente</em> e na boca deixa um gosto acentuado de mel e amêndoas. Foi o último a ser servido e deixou o meu <strong>Nieport</strong> no chinelo. <strong>Preço: R$ 159.</strong></p>
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		<title>Bom custo benefício para as festas!</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 20:53:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Conhecendo]]></category>
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		<description><![CDATA[Para as festas de final de ano, opções não faltam para deixar sua mesa bem servida. Uma das opções para quem gosta de um bom tempranillo é o Clos de Torribas &#8211; 2006. Um tinto leve, bem estruturado pode ser encontrado no Pão de Açúcar por R$ 19,90. Promoções como esta não podem ser perdidas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para as festas de final de ano, opções não faltam para deixar sua mesa bem servida. Uma das opções para quem gosta de um bom tempranillo é o Clos de Torribas &#8211; 2006. Um tinto leve, bem estruturado pode ser encontrado no Pão de Açúcar por R$ 19,90. Promoções como esta não podem ser perdidas.</p>
<p>Outra boa pedida, para quem recebe familia e amigos, são os vinhos Bag&#8217;n Box portugueses, como o alentejano alegoria.</p>
<p>Obviamente, é um vinho de pronto consumo, mas não decepciona, ainda mais por sua praticidade. Mas certamente vale a pena. Aguns exemplares como o <strong>Casa Valduga Alto Vale Bag in Box Suave 2006 (Brasil), e o ROSSO TOSCANO PICCANTI (PICCINI) &#8211; BAG-IN-BOX DE 3 LITROS, podem ser encontrados por R$ 118,00 como na Vinivinci.</strong></p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Boas compras!</span></strong></p>
<p><strong>Não perca essa dica!</strong></p>
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		<title>Brunello de Montalcino &#8211; da Toscana para a mesa exigente</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sangioveses]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Italianos]]></category>
		<category><![CDATA[Brunello de Montalcino]]></category>
		<category><![CDATA[sangiovese]]></category>
		<category><![CDATA[vinho italiano]]></category>
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		<description><![CDATA[Para mim, vinhos italianos dispensam apresentações. Desde que o mundo é mundo, a Itália produz verdadeiros nectares para paladares exigentes. Dos imperadores romanos, aos reis e rainhas, cada região da Itália produz uvas que fazem cada vinho ter sabor único. Desta vez degustamos esse exemplar da Toscana que, elaborado com a uva Sangiovese. Taninos marcantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-522" href="http://www.thewineisonthetable.com/2010/11/brunello-de-montalcino-da-toscana-para-a-mesa-exigente/rotulo-brunello-de-montalcino/"><img class="alignleft size-full wp-image-522" style="margin: 10px;" title="Rotulo Brunello de Montalcino" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2010/11/Rotulo-Brunello-de-Montalcino.jpg" alt="Brunello de Montalcino 2003" width="354" height="657" /></a>Para mim, vinhos italianos dispensam apresentações. Desde que o mundo é mundo, a Itália produz verdadeiros nectares para paladares exigentes.</p>
<p>Dos imperadores romanos, aos reis e rainhas, cada região da Itália produz uvas que fazem cada vinho ter sabor único. Desta vez degustamos esse exemplar da Toscana que, elaborado com a uva Sangiovese.</p>
<p>Taninos marcantes e finos, toque de carvalho e cedro  e toques de cereja. Para esta uva é um pouco mais seco do que poderíamos esperar. Bem estruturado e com poucos toques de tabaco.</p>
<p>Este foi um vinho de safra 2003, ganhou 90 pontos do Wine Expectator e 89 do Wine Enthusiast. Na safra 2004 ganhou 93 pontos do WE.</p>
<p>Coloração com tons um pouco mais para os tons violáceos, apesar da idade, é um vinho bom para ser consumido de 2010 para frente.</p>
<p>Como harmonização, acompanha carnes vermelhas, e caça.</p>
<p>Quanto ao preço, um pouco salgado para o nosso bolso, e na relação custo benefício, certamente não é um dos que mais atende a esse critério.</p>
<p>Como fomos presenteados com ele, buscamos localizar as safras 2003 e 2004. A Safra 2004 pode ser encontrada na <a href="http://www.viavini.com.br/produto/Brunello-di-Montalcino-DOCG">Via Vini </a>por R$ 259,00.</p>
<p>Na Itália é um vinho que pode ser encontrado na faixa de 30 Euros.</p>
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		<title>Final de semana harmonizado</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 23:27:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conhecendo]]></category>
		<category><![CDATA[Merlot]]></category>
		<category><![CDATA[Torrontés]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Chilenos]]></category>
		<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Chileno]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste final de semana, resolvemos fazer um bom almoço  harmonizado por vinhos brancos e tintos e confesso que a surpresa foi a melhor possível. Como entrada para o almoço, ervilha torta cozida no vapor de chimi churri, e shimeji refogado no shoyu e um toque de molho de ostras. Iniciamos pelo Cuma Torrontés Orgânico, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-493" href="http://www.thewineisonthetable.com/2010/08/final-de-semana-harmonizado/cuma_torrontes/"><img class="alignleft size-medium wp-image-493" style="margin: 10px;" title="cuma_torrontes" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2010/08/cuma_torrontes-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Neste final de semana, resolvemos fazer um bom almoço  harmonizado por vinhos brancos e tintos e confesso que a surpresa foi a melhor possível.</p>
<p>Como entrada para o almoço, ervilha torta cozida no vapor de chimi churri, e shimeji refogado no shoyu e um toque de molho de ostras.</p>
<p>Iniciamos pelo Cuma Torrontés Orgânico, que levemente frutado remtendo a peras maduras e levemente cítrico abriu o apetite para o banquete. Não poderia ter sido melhor pelo clima e pelo paladar.</p>
<p>Como o prato principal foi uma ripa de costelinhas suinas ao molho de barbecue, nada melhor que um tinto pouco mais encorpado para harmonizar o paladar.</p>
<p>Para este, da casa Concha Y Toro, o  Travessia num corte de Cabernet Sauvignon e Merlot. Acidez bastante equilibrada, custo benefício bastante razoável, e levemente encorpado.</p>
<p><a rel="attachment wp-att-496" href="http://www.thewineisonthetable.com/2010/08/final-de-semana-harmonizado/travessia/"><img class="alignleft size-large wp-image-496" style="margin: 10px;" title="travessia" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2010/08/travessia-626x1024.jpg" alt="" width="208" height="341" /></a></p>
<p>Recomendo essa combinação para você que pretende fazer uma grande refeição entre amigos, já que esta carne deixou os pratos mais fantásticos!</p>
<p>O Cuma &#8211; Torrontés pode ser encontrado no mercado por cerca de R$ 30,00 e o Travessia da casa Concha y Toro na casa de R$ 18,00.</p>
<p>Valeu a pena a combinação. Apesar de não se configurar como um dos melhores exemplares que já degustei, confesso que este chileno não deixou muito a desejar. O corte Cabernet Sauvignon / Merlot foi bem elaborado</p>
<p>A única recomendação que faço é deixá-lo no Decanter por uns 20 minutos e saúde!</p>
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		<title>De Martino Alto de Piedra Carmenere 2006 &#8211; Isla de Maipo com presença</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 11:05:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carmenére]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecendo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Chilenos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos tintos]]></category>
		<category><![CDATA[Alto de Piedra]]></category>
		<category><![CDATA[De Martino]]></category>
		<category><![CDATA[Maipo]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Chileno]]></category>

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		<description><![CDATA[Bons achados,  boas surpresas para os amantes do Carmenère. O De Martino Alto de Piedra 2006 é um bom motivo para degustá-lo, além de bom custo-benefício e 100% de uvas Carmenére. Do Valle do Maipo, este vinho é uma excelente pedida para acompanhar carnes e pratos temperados, além de cordeiro e carnes de sabores intensos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bons achados,  boas surpresas para os amantes do Carmenère.</p>
<p>O De Martino Alto de Piedra 2006 é um bom motivo para degustá-lo, além de bom custo-benefício e 100% de uvas Carmenére. Do Valle do Maipo, este vinho é uma excelente pedida para acompanhar carnes e pratos temperados, além de cordeiro e carnes de sabores intensos.</p>
<p><a href="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2010/02/De-Martino-Alto-de-Piedra-Carmenere-2006.png"><img class="alignleft size-full wp-image-463" title="De Martino Alto de Piedra Carmenere 2006" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2010/02/De-Martino-Alto-de-Piedra-Carmenere-2006.png" alt="De Martino Alto de Piedra Carmenere 2006" width="200" height="600" /></a>Após descanso de 15 meses em carvalho, traz coloração de um vermelho marcante com tonalidades purpura. Com aromas que remetem a amora, cereja e morango, entre outras frutas vermelhas, além de aromas de chocolate, é um vinho bastante complexo. Por se tratar de um vinho de 2006, recomendo passá-lo pelo decanter para melhor aproveitar de suas propriedades.</p>
<p>Se você dificilmente usa um decanter, aqui está uma excelente oportunidade para iniciar</p>
<p>No guia de vinhos de 2008 do Chile, ele ganhou 93 pontos em sua avaliação.</p>
<p>Saúde!</p>
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		<title>Hardy&#8217;s &#8211; A paisagem australiana num Shiraz e Cabernet Sauvignon</title>
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		<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 14:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cabernet Sauvignon]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecendo]]></category>
		<category><![CDATA[Shiraz]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Australianos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos tintos]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Hardy's]]></category>
		<category><![CDATA[Hardy's]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao final deste ano, posso dizer que encerro com chave de ouro após apreciar um vinho australiano com um amigo no North Grill em São Paulo. O surpreendente: Hardy&#8217;s Stamp of Australia &#8211; Vintage. Sob o comando de Peter Dawson, a Casa Hardy&#8217;s vem desenvolvendo com maestria a uva Shiraz, e que no exemplar Vintage, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2009/12/Hardys-Vintage.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-452" style="margin: 10px;" title="Hardys Vintage" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2009/12/Hardys-Vintage.jpg" alt="Hardy's Vintage Shiraz/Cabernet Sauvignon" width="156" height="267" /></a>Ao final deste ano, posso dizer que encerro com chave de ouro após apreciar um vinho australiano com um amigo no North Grill em São Paulo. O surpreendente: Hardy&#8217;s Stamp of Australia &#8211; Vintage.</p>
<p>Sob o comando de Peter Dawson, a Casa Hardy&#8217;s vem desenvolvendo com maestria a uva Shiraz, e que no exemplar Vintage, o corte e a combinação com Cabernet Sauvignon apresentaram a real evolução deste continente.</p>
<p>Aromas de pimenta branca, cerejas e notas de baunilha bem marcantes. Na boca, sabores de frutas frescas, a baunilha novamente, evoluem. Passa por descanso em carvalho americano por 6 meses. Excelente custo benefício, pode ser encontrado por volta de R$ 39,00 no empório Santa Joana.</p>
<p>Além deste vinho, que recomendo, sugiro a você que assista ao vídeo, de muito bom gosto da Casa Hardy&#8217;s estabelecida desde 1853.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8oHRMt9ZrQg&amp;hl=en&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/8oHRMt9ZrQg&amp;hl=en&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Dicas de vinhos para sua ceia &#8211; Natal e Ano Novo &#8211; Carmenere e Tempranillo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 21:14:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carmenére]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecendo]]></category>
		<category><![CDATA[Tempranillos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos tintos]]></category>
		<category><![CDATA[Artero Tempranillo 2007]]></category>
		<category><![CDATA[Chile]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Chileno]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Tinto]]></category>
		<category><![CDATA[Viu Manent Carmenere 2008]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando chega a época do Natal, principalmente aqui no Brasil, encontramos um clima quente, e que rejeitariam vinhos tintos, e principalmente os mais encorpados. Neste final de semana foi a vez de degustar dois exemplares com características de origem distintas: de um lado, um Artero Tempranillo de 2007 da Região espanhola de Castilla La Mancha, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-medium wp-image-441" style="margin: 10px;" title="Viu Manent 2008 Carmenere" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2009/12/viu-manent-73x300.png" alt="Viu Manent 2008 Carmenere" width="73" height="300" /></p>
<p>Quando chega a época do Natal, principalmente aqui no Brasil, encontramos um clima quente, e que rejeitariam vinhos tintos, e principalmente os mais encorpados.</p>
<p>Neste final de semana foi a vez de degustar dois exemplares com características de origem distintas: de um lado, um Artero Tempranillo de 2007 da Região espanhola de Castilla La Mancha, e na outra ponta um Viu Manent Carmenere do Valle de Conchagua no Chile.</p>
<p>Muito embora os dois falem praticamente o mesmo idioma, (salvos os regionalismos) a diferença entre eles é bem clara. Os vinhos espanhóis vem de terras bem mais velhas e cansadas, diferentes da américa do sul, o que certamente influencia no tipo da uva colhida, e consequentemente no processo de produção e engarrafamento dos vinhos.</p>
<p>Difícil dizer se um é melhor que o outro, já que suas características são diferentes, mas vamos a elas:</p>
<p>O Viu Manent passa por 11 meses de envelhecimento em barris de carvalho franceses. Bastante aromático, traz notas que remetem a frutas vermelhas como amoras e cerejas, especiarias e café, e pimenta preta. Taninos bem balanceados, é ideal para carnes vermelhas, risotos e massa ao pesto e um custo benefício bastante interessante que gira na casa dos R$ 35,00.</p>
<p>Votando agora ao velho continente, vamos falar um pouco do Tempranillho Artero da safra de 2007.</p>
<p>Aqui temos outro foco. Um vinho mais maduro, espanhol, da Viñedos Y Bodegas Muñoz, que conquistou a medalha de prata no <a href="http://www.nziws.co.nz/silver08.htm">Festival Neo Zelandês International Wine Show</a>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-444" style="margin: 10px;" title="artero" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2009/12/artero.jpg" alt="artero tempranillo 2007" width="104" height="200" />Este tempranillo traz toques de baunilha e couro, além de frutas vermelhas no aroma como a ameixa, a amora e tem coloração mais rubi. um pouco mais barato, pode ser encontrado por cerca de R$ 25,00. É uma excelente pedida para acompanhar uma mesa de queijos como entrada.</p>
<p>Ainda darei mais algumas dicas até o Natal para você que pretende fazer aquele almoço ou jantar com sua família, amigos e quem mais vier!</p>
<p>Saúde!</p>
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		<title>MUNDVS &#8211; Malbec encorpado para paladares exigentes</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:00:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Malbec]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Argentinos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos tintos]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Valduga]]></category>
		<category><![CDATA[malbec argentino]]></category>
		<category><![CDATA[Mundus]]></category>
		<category><![CDATA[Mundvs]]></category>
		<category><![CDATA[sugestão de vinho]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho encorpado]]></category>

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		<description><![CDATA[A Casa Valduga trouxe este ano o Mundvs, Malbec argentino, de excelente equilíbrio e estrutura para quem gosta de vinhos encorpados. Como sempre fui adepto a vinhos encorpados, não pude deixar de comparecer ao Empório Santa Joana para a degustação da linha de vinhos que a empresa trouxe para o Brasil. No DNA do Mundvs [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa Valduga trouxe este ano o Mundvs, Malbec argentino, de excelente equilíbrio e estrutura para quem gosta de vinhos encorpados.</p>
<p><img class="alignleft size-large wp-image-424" title="Mundvs Malbec" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2009/11/Mundvs-Malbec-318x1023.jpg" alt="Mundvs Malbec" width="200" height="643" />Como sempre fui adepto a vinhos encorpados, não pude deixar de comparecer ao Empório Santa Joana para a degustação da linha de vinhos que a empresa trouxe para o Brasil. No DNA do Mundvs você vai encontrar:</p>
<p><strong><strong>Na visão:</strong><span style="font-weight: normal;"> cor vermelho rubi escuro e brilha</span><span style="font-weight: normal;">nte</span></strong></p>
<p><strong>No olfato: </strong>bouquet elegante e intensas notas de frutos vermelhos com  destaque para ameixas, amoras e especiarias.</p>
<p><strong>No paladar:</strong> corpo robusto, acidez equilibrada, taninos maduros. Aroma inicial lácteo abaunilhado com toques de côco e frutas vermelhas.</p>
<p>Intensa persistência gustativa.</p>
<p><strong>Harmonização: </strong>caças, pato, carne de gado, javali, queijos maduros, massas.<strong> </strong></p>
<p>Para o consumo adequado, a temperatura deve ficar entre 16 – 18 ºC. ou no  Decanter 15-20.</p>
<p>O Mundvs é  um vinho que pode ser encontrado por volta de R$ 48 / 50,00. Pode conferir!</p>
<p>Saúde!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>La Linda Malbec 2007 &#8211; Se você não experimentou, chegou a hora!</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 11:30:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudir Segura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Malbec]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos Argentinos]]></category>
		<category><![CDATA[Vinhos tintos]]></category>
		<category><![CDATA[custo benefício]]></category>
		<category><![CDATA[la linda]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Argentino]]></category>
		<category><![CDATA[Vinho Tinto]]></category>

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		<description><![CDATA[Vinho da Comunidade de Luján de Cuyo, próximo a Mendoza, é elaborado com 100% de uvas Malbec, moderno e encorpado, com aromas clássicos de ameixa e cereja madura, e taninos muito suaves. O La Linda Malbec tem cor vermelho-rubi intenso. Aromas das cerejas e especiarias. Leva para o paladar taninos equilibrados, resultado do envelhecimento entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-417" style="margin: 10px;" title="finca la linda" src="http://www.thewineisonthetable.com/wp-content/uploads/2009/11/finca-la-linda.jpg" alt="finca la linda" width="200" height="356" />Vinho da Comunidade de Luján de Cuyo, próximo a Mendoza, é elaborado com 100% de uvas Malbec, moderno e encorpado, com aromas clássicos de ameixa e cereja madura, e taninos muito suaves.</p>
<p>O La Linda Malbec tem cor vermelho-rubi intenso. Aromas das cerejas e especiarias. Leva para o paladar taninos equilibrados, resultado do envelhecimento entre 3/4 meses em carvalho francês.</p>
<p>Possui boa estrutura e elegância e um excelente custo benefício, podendo ser encontrado por volta de R$ 35,00.</p>
<p>É um excelente pedida para o almoço de natal&#8230;.já pensou nos vinhos que vai servir? Aqui vocí já tem uma excelente sugestão!</p>
<p>Saúde!</p>
]]></content:encoded>
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