Archive for the ‘Cabernet Sauvignon’ Category

Hardy's Vintage Shiraz/Cabernet SauvignonAo final deste ano, posso dizer que encerro com chave de ouro após apreciar um vinho australiano com um amigo no North Grill em São Paulo. O surpreendente: Hardy’s Stamp of Australia – Vintage.

Sob o comando de Peter Dawson, a Casa Hardy’s vem desenvolvendo com maestria a uva Shiraz, e que no exemplar Vintage, o corte e a combinação com Cabernet Sauvignon apresentaram a real evolução deste continente.

Aromas de pimenta branca, cerejas e notas de baunilha bem marcantes. Na boca, sabores de frutas frescas, a baunilha novamente, evoluem. Passa por descanso em carvalho americano por 6 meses. Excelente custo benefício, pode ser encontrado por volta de R$ 39,00 no empório Santa Joana.

Além deste vinho, que recomendo, sugiro a você que assista ao vídeo, de muito bom gosto da Casa Hardy’s estabelecida desde 1853.

Em minhas tradicionais buscas, encontrei duas curiosidades: uma da África do Sul e outra do Chile que tem seus nomes ligados a indústria de tecnologia.

Photoshop? Ilustrator ? Dreamweaver ? Flash ? Banco de dados ? Não. Vinhos.

Um deles é o Carmenere de 2007 da Fina Emiliana de nome ADOBE, e outro sul africano – nasversões Chardonnay e Cabernet Sauvignon – o ORACLE.

Em outra oportunidade falarei sobre  pormeto contar algo a respeito. Por enquanto ficam aqui as fotos e a curiosidade.

Saúde!

Vinhos Adobe Carmenere - Emiliana

Vinhos Adobe Carmenere - Emiliana

oracle

Vinhos Oracle - Cabernet Sauvignon e Chardonnay

Sempre fui um apreciador de vinhos da américa do sul, bem estruturados e procuro avaliar cada taça sem preconceitos quanto a origem de cada vinho, pois cada um deles possui uma história.

Finca La Linda Cabernet Sauvignon

Finca La Linda Cabernet Sauvignon

A safra de 2007 do Cabernet Sauvignon que provei, traz um bom exemplar que com certeza recomendo. Pimenta-do-reino, framboesa e taninos jovens, são os aromas mais aparentes neste exemplar que passa por barris de carvalho franceses e americanos antes de ser engarrafado.

É um vinho com uma excelente custo benefício, na casa dos R$ 35,00. Bom para acompanhar queijos fortes, carnes vermelhas e comidas bem temperadas.

Saúde!

É desnecesário dizer o que a ExpoVinis representa hoje para o mercado brasileiro. Com toda a crise que assola a humanidade segundo os especialistas, não faltaram na feira vinhos das mais diferentes origens, inclusive de produtores muito pequenos, com produção próximas a 500 unidades que podem eventualmente despachar a cada cliente de maneira individual.

Ano da França no Brasil

Se no ano passado o stand da Missão Econômica Francesa, trouxe incentivo a produtores, este ano incentivou a presença de aproximadamente 50 produtores, incluido a presença de vinhos da Alsacea, além de Chardonnays e champagnes da Gardet e Maxime Blin.

A Arc Internacional trouxe taças fabricadas com cristal de quartzo que impressionam tanto pelo design, quanto pela qualidade. Prometo que num próximo post farei uma matéria sobre a linha.

Outro destaque foi a Dufouleur Frères que desde o século XVI, passou de geração a geração os exemplares de Grand Cru, Nuits, Côte Chalonnaise, Chablisien e outros pelas terras de Bourgogne

marcoluigiEnquanto isso pelas terras brasileiras….

Os vinhos brasileiros também marcaram presença na ExpoVinis.

O Instituto brasileiro do vinho prometem mais incentivos para a o setor vitivinícola. O Stand – Vinhos do Brasil, apresentou na feira a campanha – Abra sua cabeça, abra um vinho brasileiro, e pretende exportar esse conceito por terras nunca dantes navegadas.

Um dos destaques vai para Marco Luigi. Provamos a linha Tributo – Elaborado com um corte de Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional. Passa por barricas de carvalho e ganha complexidade e estrutura, além de persistência.

De outro lado experimentamos da linha Varietal um Cabernet Sauvignon. Toques de frutas vermelhas e notas de madeira dão um toque de um exemplar bem elaborado. Temperatura adequada para o consumo – entre 16 e 29ºC.

Mas nem só de novidades em vinhos noss mercado vive. Os designers “Irmãos Campana”, que dispensam apresentações, sem contar seu inúmeros prêmios, nacionais e internacionais, trouxeram no conceito dos vinhos brasileiros um saca rolhas que remete a cachos de uva e que por sua ousadia, consegue expressar o conceito exato da campanha:

Saca_Rolhas_Irmaos_campanas - Foto - Raul _ Agência Estado

Bem..já já traremos mais informações sobre nossos achados pela feira. Até mais!

Você, apreciador de vinhos, já se perguntou quantas variedades de vinhos já passaram por seu paladar?

Certamente se avaliarmos terroirs, regiões, condições climáticas, veremos que essa infinidade de combinações permitiu ao homem apurar cada uma das uvas, mesmo nas condições mais adversas.

Dentre as principais cepas tintas, sem dúvida a uva Cabernet Sauvignon é aquela que mais gera vinhos de qualidade. Originária de Bordeaux. Nos vinhos tintos mais clássicos, costuma ser combinado com cepas como Merlot e Cabernet Franc. Na Califórnia foi uma das cepas que melhor se adaptou. or serem vinhos bem estruturados tem tons fortes, e sabores que remetem ao cassis, a menta, e a pimenta verde. cabernet_sauvignon

Espalhados pelo mundo, e graças a variedade de terroirs,  tem sabores mais suaves na região de Bordeaux e na Bulgária. Os sabores mais apurados ficam na Austrália e na Califórnia.

Algumas dicas de vinhos com esta cepa: o brasileiro Vinho Rio Sol, Reservado da Concha y Toro, da Califórnia o Stone Cellars 2006, o argentino Norton de 2005

Saúde!

A associação brasileira dos sommeliers  em evento no próximo dia 9 recebem a nova importação da Costazzurra: os vinhos San Jose de Apalta.

Apalta faz parte do Vale do Colchagua, sub-região do Vale de Rapel, a cerca de 160km a sudoeste de Santiago. Esta região do Chile é propícia ao cultivo de quaisquer tipos de uvas, pois o clima é bem diversificado. Foi nos anos 70 que surgiu na região de Apalta, a vinícola San José, de modo bem peculiar e familiar. A partir de 1994, os proprietários da vinícola de San José decidiram investir em tecnologia avançada para elaborar vinhos finos e entrar no mercado de exportações.

Os vinhos chilenos possuem como características aroma frutado e cor atraente, acentuados de acordo com a tipicidade de cada variedade. Já estão no Brasil os rótulos importados pela Costazzurra: 03 Varietais (Cabernet, Carménère e Chardonnay); 02 Reservas (Cabernet e Carménère), 01 Gran Reserva (Corte Cabernet e Carménère) e 01 Ícone chamado Friends Collection (Corte Cabernet, Carménère e Shiraz).

Os vinhos de San José de Apalta já receberam importantes premiações, onde se destacam o CataD`Or Hyatt Chile realizado em 2008, em que o Cabernet Sauvignon Reserva, safra 2007, recebeu medalha de prata. No concurso Mundial de Bruxelas, em 2008, o Carménère Reserva, safra 2007, levou a medalha de prata. Neste mesmo ano o Carménère Varietal, reserva 2007, foi congratulado com a medalha de prata e o Carménère Reserva, safra 2007, com a medalha de ouro no Concurso Carménère al Mundo.

panulNeste final de semana tive a oportunidade de experimentar dois exemplares que o Wal-Mart e o Sam´s Club trouxeram ao Brasil.  Obviamente não falo aqui de um Malbec e de um Cabernet Sauvignon nas cifras de 40/60/100 reais, mas de algo em torno de 15 reais que serve razoavelmente a sua mesa com boa qualidade e boa opção custo benefício entre vinhos chilenos.

Os vinhos Panul chegaram pelo Sul do país, no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Santa Catarina. Só em 2007, mais de 300 mil garrafas foram comercializadas na região. Com a linha disponível em todo o país, o Wal-Mart Brasil já estima comercializar 600 mil unidades em 2009, dobrando o número registrado no ano passado. Com cinco varietais tintos e dois brancos, a rede oferece os produtos por menos de R$ 10,00. Já as opções Reserve ficam na casa dos R$ 15,00.

O Panul Malbec tem corpo médio e é um tinto bem leve para acompanhar queijos leves, com aromas de ameixas maduras e notas de chocolate pouco amargo. Já o Cabernet Sauvignon é um pouco mais forte e encorpado mas que acompanha um bom queijo parmesão com propriedade.

Vale a pena conferir.

bottleComemoramos nosso primeiro ano em funcionamento trazendo novidades, pesquisando e buscando sempre o que mais nos encanta no mundo dos vinhos.
Que neste natal, cada garrafa de vinho aberto seja a comemoração de mais uma alegria entre tantas outras que esperamos que Papai Noel traga a todos.
E que 2009 seja um ano perfeito como num terroir fertil produzindo excelentes exemplares de alegrias únicas.

A Santa Helena é controlada pela gigante San Pedro, mas tem autônoma técnica. Seus vinhoa costumam ser altamente confiáveis como este reservado. O tinto mais simples da empresa, feito com uvas do Valle Central. Quase todos os vinhos baratos chilenos tem a denominação de Valle Central. Aroma agradável, não dos mais intensos, com um ligeiro toque vejetal. Na boca simples e gostoso com boa acidez. Um tinto simples, gostoso que dá vontade de continuar bebendo. Não é e nem tem a pretensão de se grande. Deve melhorar com mais tempo na garrafa, como ocorreu na degustação, com um certo tempo no copo. Na boca, macio, com algo de chocolate. Boa relação custo beneficio. O álcool bem comportado e equilibrado. Seu preço R$ 20,00)

Comumente todos os aficcionados quando escrevem sobre vinho utilizam os aspectos usuais de categorização dos vinhos, como safra, procedência regional, e após, descrevem os dados sensoriais observados como o visual, olfato e os derivados do sabor imediato, ou que permanecem da degustação ou ficam em sua memória. O vinho Caballo Loco, da vinícola Valdivieso do Chile, vinicola popular, apresenta além disso tudo uma história de um experimento  e um vinho, que não cita safra, ano, ou uma uva predominante . Assim através de cortes de diversas uvas selecionadas de anos diversos o Caballo loco vai do número 1 ao atual número 9  que carrega em seu bojo parcelas de partidas dos números anteriores. Assim temos, quando do envasamento de um Caballo Loco  no seu DNA sempre um pouco das partidas anteriores, no 2 parte do 1, no 3 partes dos anteriores, e assim por diante até se chegar ao 9,  o que sem dúvida é uma experiência interessante e revolucionária aos métodos tradicionais. Assim na elaboração dos vinhos de 1 a 9 , participaram vários enólogos, que manipularam cepas de Cabernet Sauvignon, Franc, Merlot, Shirah, Malbec, Pinot Noir e Carmenére.

Confira então esta experiência do que é um dos maiores vinhos do Chile .

Voltarei ao tema.

Busca
Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.