Archive for the ‘Vinhos Brancos’ Category

Neste final de semana, resolvemos fazer um bom almoço  harmonizado por vinhos brancos e tintos e confesso que a surpresa foi a melhor possível.

Como entrada para o almoço, ervilha torta cozida no vapor de chimi churri, e shimeji refogado no shoyu e um toque de molho de ostras.

Iniciamos pelo Cuma Torrontés Orgânico, que levemente frutado remtendo a peras maduras e levemente cítrico abriu o apetite para o banquete. Não poderia ter sido melhor pelo clima e pelo paladar.

Como o prato principal foi uma ripa de costelinhas suinas ao molho de barbecue, nada melhor que um tinto pouco mais encorpado para harmonizar o paladar.

Para este, da casa Concha Y Toro, o  Travessia num corte de Cabernet Sauvignon e Merlot. Acidez bastante equilibrada, custo benefício bastante razoável, e levemente encorpado.

Recomendo essa combinação para você que pretende fazer uma grande refeição entre amigos, já que esta carne deixou os pratos mais fantásticos!

O Cuma – Torrontés pode ser encontrado no mercado por cerca de R$ 30,00 e o Travessia da casa Concha y Toro na casa de R$ 18,00.

Valeu a pena a combinação. Apesar de não se configurar como um dos melhores exemplares que já degustei, confesso que este chileno não deixou muito a desejar. O corte Cabernet Sauvignon / Merlot foi bem elaborado

A única recomendação que faço é deixá-lo no Decanter por uns 20 minutos e saúde!

Vinhos brancos sempre me intrigaram. Por sua juventude, de tons amarelados para esverdeados, de frutados a toques as vezes cítricos, são sempre uma surpresa.

Desta vez não poderia ser diferente. Vamos ao um bom exemplar de um custo benefício razoável, já que na Espanha esse vinho sai por volta de seis euros ( metade do preço que pagamos aqui no Brasil – Haja carga tributária!) A Bodegas Pinord, de origem catalã, região  de Vilafranca del Penedés,  elaborou com um corte de uvas Macabeo, Xarello e Parellada um vinho branco bem equilibrado, levemente frutado e bastante refrescante, além de pouca acidez.

De coloração amarelo pálido, traz tons esverdeados, de boa transparência, e bastante limpo, com aromas ligeiros e frutados originados em sua fermentação.

Em meu caso, harmonizamos com um bom espaguete com molho branco, gratinado.

É uma boa pedida também para acompanhar peixes, carnes brancas e frutos do mar, principalmente no calor dos últimos dias destes ano e pode ser encontrado por volta de R$ 30,00.

Saúde!

corteviolaCada vez que saio na grande aventura de encontrar vinhos de sabores únicos, me deparo com gratas surpresas. Reunir amigos para um bom bate-papo, ou ainda uma comemoração em família, requer um pouco mais de tempo em cada empório, supermercados ou distribuidoras.

Desta vez recebi amigos em casa, e era um grato momento de comemoração. Assim decidi sair em busca de um prosecco diferente para degustar, tanto pela refrescância, como pela evolução e encontrei  o Prosecco Italiano Corte Viola Extra Dry.

Confesso a você que este realmente me surpreendeu, com um custo benefício excelente. Na casa dos R$ 26,oo, este prosecco tem graduação alcoólica de 11,5º e é uma grande pedida. Claramente traz aromas que remetem a pêssegos e um perlage persistente. É extremamente agradável ao paladar, o que explica o sucesso dos espumantes da uva Prosecco.

Vamos a duas definições para aqueles que querem cada vez mais entender o vocabulário do mundo do vinho:

Perlage é o nome que se dá às borbulhas quando se serve um espumante, um prosecco, ou ainda um champagne. Quanto menores as borbulhas e mais numerosas, mais agradável será a sensação de “finas pontadas” que espetam a língua.

Persistência, é o quanto as borbulhas permanecem na taça.

Deixando as definições de lado, vale a pena experimentar. Você pode encontrar o Prosecco Corte Viola no empório Santa Joana, e na Imigrantes Bebidas.

Saúde!

Na última quinta feira, estivemos na degustação dos vinhos da Casa Valduga, que aconteceu no Empório Santa Joana, e com certeza dá para entender porque nossos vinhos estão fazendo bonito lá fora.

Cada um dos vinhos servidos foi harmonizado com uma comida diferente para acompanhamento, e de um início com espumante até o final com um vinho fortificado.

Começando por ordem de degustação, e assim falaremos sobre os demais

Espumante_Brut_30

Produto: Espumante 130 em comemoração ao aniversário da Casa Valduga

Safra: Elaborado com a união de safras excepcionais

Variedade: Chardonnay e Pinot Noir

Visão: cor dourada e fascinante perlage.

Olfato: bouquet elegante e inesquecível de especiarias com agradável frutado, lembrando amêndoas e frutas tropicais.

Paladar: Acidez equilibrada, de amplo e pleno sabor, harmônico.

Origem: Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves / RS – Brasil

Processo: champenoise: elaboração do vinho base, engarrafamento e refermentação do vinho em garrafas de espumante, temperatura controlada na cave em 12ºC, maturação por 30 meses

Consumo: 4 – 6 ºC.

Prêmios: Medalha de ouro – III Concurso Internacional de Vinhos do Brasil 2006

Harmonização: avelãs, camarão, truta, mariscos, canapés finos, massas, carnes brancas em geral.

Produto: Espumante 130
Safra: Elaborado com a união de safras excepcionais
Variedade: Chardonnay e Pinot Noir
Visão: cor dourada e fascinante perlage.
Olfato: bouquet elegante e inesquecível de especiarias com agradável frutado, lembrando amêndoas e frutas tropicais.
Paladar: Acidez equilibrada, de amplo e pleno sabor, harmônico.
Origem: Vale dos Vinhedos – Bento Gonçalves / RS – Brasil
Processo: champenoise: elaboração do vinho base, engarrafamento e refermentação do vinho em garrafas de espumante, temperatura controlada na cave em 12ºC, maturação por 30 meses
Consumo: 4 – 6 ºC.
Prêmios: Medalha de ouro – III Concurso Internacional de Vinhos do Brasil 2006
Harmonização: avelãs, camarão, truta, mariscos, canapés finos, massas, carnes brancas em geral.

Em minhas tradicionais buscas, encontrei duas curiosidades: uma da África do Sul e outra do Chile que tem seus nomes ligados a indústria de tecnologia.

Photoshop? Ilustrator ? Dreamweaver ? Flash ? Banco de dados ? Não. Vinhos.

Um deles é o Carmenere de 2007 da Fina Emiliana de nome ADOBE, e outro sul africano – nasversões Chardonnay e Cabernet Sauvignon – o ORACLE.

Em outra oportunidade falarei sobre  pormeto contar algo a respeito. Por enquanto ficam aqui as fotos e a curiosidade.

Saúde!

Vinhos Adobe Carmenere - Emiliana

Vinhos Adobe Carmenere - Emiliana

oracle

Vinhos Oracle - Cabernet Sauvignon e Chardonnay

Todo e qualquer curso para atualização, reciclagem e popularização da cultura do vinho é sempre bem-vindo.

Desta vez, é a Escola São Paulo que traz o professor Manoel Beato para um curso sobre vinhos brancos nos próximos dias 15 e 16 de junho. Nesse curso, o aluno conhecerá e terá um olhar mais apurado  e sobre uvas tradicionais brancas, tal como Chardonnay, Sauvignon Blanc, Riesling e Gewurstraminer, bem como variedades mais exóticas e regionais.

O aulno será ainda orientado sobre as diversas formas de vinificação para produzir vinhos brancos secos ou doces, como o Sauternes.

O professor Manoel Beato demonstrará que o vinho branco oferece um universo de sabores sutis, elegantes e complexos tendo formação de barman, sommelier e especialização pelo Bureau Interprofessionel du Vin de Borgogne, França.

Em sua bagagem profissional, viagens a grandes regiões vinícolas do mundo e  realização de palestras, degustações e consultoria especializada.

Desde 1992 é chef-sommelier do grupo Fasano, autor do livro Guia de Vinhos Larousse, e ainda apresentador do programa Adega Musical na radio Eldorado FM.

Serviço

Data: dias 15 e 16 de Junho
2 aulas – segunda e terça-feira
Horário: das 19h às 21h
2 aulas | 4 horas
Preço: R$ 370,00 em até 2X
Local: Escola São Paulo
Rua Augusta, 2239
Informações e Reservas: (11) 3081.0364
Vagas Limitadas
www.escolasaopaulo.org

Sempre fui um aficcionado por tecnologia, e o que ela proporciona em nossas vidas. Nesse emarannhado de informações o usuário não é mais passivo ao que escuta. O usuário quer experiências e interatividade.

Muito além de um telefone celular, ou smartphone, ou mesmo um computador de última geração, o que tem pipocado na rede nos últimos tempos, são as comunidades, e ferramentas que alavancam a popularização do vinho.

Logicamente, iniciando por nossas terras brazucas, o trabalho do Alexandre no Enoblogs, foi uma iniciativa muito eficaz para contribuir, e popularizar a cultura do vinho, agregando os blogs dos apaixonados pela bebida preferida Bacco.

Escrever um blog, ou ainda construir uma comunidade na web, é simples tecnicamente falando, já que a grande maioria das ferramentas utilizadas em mídias sociais são intuitivas e nos permite em tempo muito reduzido disponibilizar informação sobre nossas impressões e achados dos vinhos.

Navegando por aí encontrei hoje um site bem interessante, que permite ao usuário publicar seu vinho, suas impressões e ainda dar sua própria nota! No Adegga, você consegue, dar notas, fazer seus comentários e interagir com outros usuários de maneira bem simples.

O cadastro é gratuito e com certeza vale a pena para quem não conhece.

Saúde!

bottleComemoramos nosso primeiro ano em funcionamento trazendo novidades, pesquisando e buscando sempre o que mais nos encanta no mundo dos vinhos.
Que neste natal, cada garrafa de vinho aberto seja a comemoração de mais uma alegria entre tantas outras que esperamos que Papai Noel traga a todos.
E que 2009 seja um ano perfeito como num terroir fertil produzindo excelentes exemplares de alegrias únicas.

Para podermos melhor entender a característica do vinho temos que conhecer suas  propriedades que nos levou a escolhê-lo.
Segundo a cor e a personalidade gustativa, podem ser classificados em 14 grandes famílias. Para cada uma delas são especificadas as principais cepas onde elas ocorrem com qualidade e o princípio de combinação culinária. Uma mesma cepa pode figurar em vários famílias ao mesmo tempo, pois de acordo com o terroir de origem, ela produzirá expressões diferente. Para citar algumas das principais, na família dos  vinhos:

  1.  Vinho Banco Seco – Leve e Nervoso
  2. Vinho Banco Seco – Macio e Frutado
  3. Vinho Banco Seco – Amplo e Elegante
  4. Vinho Branco Seco – Muito aromático
  5. Vinho Branco Seco – Aveludado Licoroso
  6. Vinho Rose Vivo e Frutado
  7. Vinho Rose Generoso e Encorpado
  8. Vinho Tinto Leve e Frutado
  9. Vinho Tinto Carnoso e Frutado
  10. Vinho Espumante 

    Como você pode observar,  o vinho  oferece um gama de informação bastante ampla, o que será uma tarefa bastante agradável para explorarmos juntos .

    Saúde!!!

Pode soar estranho, mas dado o grande número de uvas e suas combinações, mesmo os apreciadores mais experientes se perdem em meio às combinações entre uvas para a fabricação de vinhos.

Cada uva tem uma característica, região de origem, uma a tecnologia agrícola. Você certamente beberá um vinho Carmènere chileno, sem imaginar que esta uva é d origem francesa e que estava desaparecida há muito tempo. Foi encontrada no Chile que hoje é um dos grandes produtores dos vinhos elaborados com essa uva.

Mas que tal falarmos sobre as principais e mais conhecidas uvas que elaboram vinhos brancos? Você já deve ter ouvido falar em Cabernet Sauvignon, Sauvignon Blanc, ou Chardonnay… Pois bem. vamos passear :

Chardonnay:

A uva Chardonnay, é originária da Borgonha francesa, e sem dúvida é uma das mais conhecidas entre as uvas que elaboram os vinhos brancos. Os vinhos elaborados com uvas Chardonnay são vinhos brancos frescos, e ainda são utilizadas para a fabricação de champagnes e espumantes, misturadas com uvas do tipo Pinot Noir, e ainda com fermentação em barris de carvalho mais novos. Remetem a memória olfativa a aromas como dos abacaxis, maçãs, e até banana quando mais maduro. Ainda podem ter aroma de baunilha e amêndoas. Por isso seu sabor é levemente adocicado e muito apreciado entre os brancos.

Quanto ao envelhecimento, não são vinhos de grande longevidade, mas são capazes de se tornarem “senhores” respeitáveis como os vinhos brancos aaustralianos ou americanos.

Sauvignon Blanc

Basicamente esta videira é originária do sudoeste francês, com grandes vinhos vindos da Oceania, mais especificamente na Nova Zelândia. Esta uva produz vinhos que remetem perfumes verdes e que lembram ervas e aquilo que nos lembra natureza do campo.

Alguns vinhos da África do Sul como o Porcupine Ridge Sauvignon Blanc, do Chile, Tarapacá Late Harvest – 2006 e, claro, da Nova Zelândia o Woodthorpe Sauvignon Blanc tem apontado grandes exemplares.