Archive for the ‘Tipos de Vinho’ Category
Se você é um apreciador de um jantar bem harmonizado com um espumante de entrada, um branco ou ou tinto para acompanhar, não deve deixar pra lá o encerramento com um Gran Finale; o Late Harvest.
Para acompanhar sobremesas de sabores marcantes uma excelente pedida é um vinho conhecido como aquele que tem colheita tardia – ou seja – aquele em que a uva utilizada é colhida muito depois de sua maturação, o que intensifica os açúcares e lhe dá um toque muito especial.
Por ser um vinho que deve ser tomado moderadamente, apesar de sua baixa graduação alcóolica, este é um vinho apenas para acompanhar sobremesa.
Quanto as cores, posso com prazer exemplificar aquele que recebi amigos para jantar: Amarelo-ouro brilhante, aromas florais, damascos maduros. Acidez que compensa bem seu alto teor de açúcar residual e mostra grande elegância.
Com toda a certeza essa é a descrição que melhor descreve esse Late Harvest ou Cosecha tardia ou ainda colheita tardia de uma uva Chardonnay, que confesso ter me surpreendido neste final de semana de ano novo.
Este um vinho que pode ser encontrado no Pão de Açucar em garrafas de 750ml por cerca de R$ 35,00
Vale a pena neste calor começar por uma boa degustação.
Saúde!!!
Cada vez que saio na grande aventura de encontrar vinhos de sabores únicos, me deparo com gratas surpresas. Reunir amigos para um bom bate-papo, ou ainda uma comemoração em família, requer um pouco mais de tempo em cada empório, supermercados ou distribuidoras.
Desta vez recebi amigos em casa, e era um grato momento de comemoração. Assim decidi sair em busca de um prosecco diferente para degustar, tanto pela refrescância, como pela evolução e encontrei o Prosecco Italiano Corte Viola Extra Dry.
Confesso a você que este realmente me surpreendeu, com um custo benefício excelente. Na casa dos R$ 26,oo, este prosecco tem graduação alcoólica de 11,5º e é uma grande pedida. Claramente traz aromas que remetem a pêssegos e um perlage persistente. É extremamente agradável ao paladar, o que explica o sucesso dos espumantes da uva Prosecco.
Vamos a duas definições para aqueles que querem cada vez mais entender o vocabulário do mundo do vinho:
Perlage é o nome que se dá às borbulhas quando se serve um espumante, um prosecco, ou ainda um champagne. Quanto menores as borbulhas e mais numerosas, mais agradável será a sensação de “finas pontadas” que espetam a língua.
Persistência, é o quanto as borbulhas permanecem na taça.
Deixando as definições de lado, vale a pena experimentar. Você pode encontrar o Prosecco Corte Viola no empório Santa Joana, e na Imigrantes Bebidas.
Saúde!
É desnecesário dizer o que a ExpoVinis representa hoje para o mercado brasileiro. Com toda a crise que assola a humanidade segundo os especialistas, não faltaram na feira vinhos das mais diferentes origens, inclusive de produtores muito pequenos, com produção próximas a 500 unidades que podem eventualmente despachar a cada cliente de maneira individual.
Ano da França no Brasil
Se no ano passado o stand da Missão Econômica Francesa, trouxe incentivo a produtores, este ano incentivou a presença de aproximadamente 50 produtores, incluido a presença de vinhos da Alsacea, além de Chardonnays e champagnes da Gardet e Maxime Blin.
A Arc Internacional trouxe taças fabricadas com cristal de quartzo que impressionam tanto pelo design, quanto pela qualidade. Prometo que num próximo post farei uma matéria sobre a linha.
Outro destaque foi a Dufouleur Frères que desde o século XVI, passou de geração a geração os exemplares de Grand Cru, Nuits, Côte Chalonnaise, Chablisien e outros pelas terras de Bourgogne
Enquanto isso pelas terras brasileiras….
Os vinhos brasileiros também marcaram presença na ExpoVinis.
O Instituto brasileiro do vinho prometem mais incentivos para a o setor vitivinícola. O Stand – Vinhos do Brasil, apresentou na feira a campanha – Abra sua cabeça, abra um vinho brasileiro, e pretende exportar esse conceito por terras nunca dantes navegadas.
Um dos destaques vai para Marco Luigi. Provamos a linha Tributo – Elaborado com um corte de Cabernet Sauvignon e Touriga Nacional. Passa por barricas de carvalho e ganha complexidade e estrutura, além de persistência.
De outro lado experimentamos da linha Varietal um Cabernet Sauvignon. Toques de frutas vermelhas e notas de madeira dão um toque de um exemplar bem elaborado. Temperatura adequada para o consumo – entre 16 e 29ºC.
Mas nem só de novidades em vinhos noss mercado vive. Os designers “Irmãos Campana”, que dispensam apresentações, sem contar seu inúmeros prêmios, nacionais e internacionais, trouxeram no conceito dos vinhos brasileiros um saca rolhas que remete a cachos de uva e que por sua ousadia, consegue expressar o conceito exato da campanha:

Bem..já já traremos mais informações sobre nossos achados pela feira. Até mais!
Antes de entender uma champagne, é importante distinguir os diversos tipos e termos específicos para cada uma.
O que as diferencia basicamente são fatores de produção como: a quantia de açúcar, amadurecimento, tipo de uva utilizada, e até tempo de amadurecimento.
Classificando por denominação teremos:
BRUT
São diferenciadas pela quantia de açúcar, que as classificará como ultra brut – muito seco, brut – seco, demi-sec – levemente doce, e a do tipo doux- muito doce.
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Comemoramos nosso primeiro ano em funcionamento trazendo novidades, pesquisando e buscando sempre o que mais nos encanta no mundo dos vinhos.
Que neste natal, cada garrafa de vinho aberto seja a comemoração de mais uma alegria entre tantas outras que esperamos que Papai Noel traga a todos.
E que 2009 seja um ano perfeito como num terroir fertil produzindo excelentes exemplares de alegrias únicas.
Se você é um apreciador de Prosecco, aqui vão algumas dicas para as festas de Natal e ano novo:
a primeira delas é o PROSECCO LA FORNARINA DI VALDOBBIADENE DOC. tem característica com amarelo palha brilhante com tons esverdeados. Aroma de maçã verde e flores. Este Prosecco tem sabor fresco de maçã verde. É uma boa pedida para todas as refeições e pratos à base de peixes e canapes.
Um outra boa pedida é o ESPUMANTE PROSECCO DI BACCO – ITALIA. A exemplo do La Fornarina, este também tem coloração amarelo palha, brilhante com tons levemente esverdeados. Tem aroma maçã verde e abacaxi frutado e fresco com ótima acidez, e lembra bastante o sabor do abacaxi.
Não pense contudo que apenas os italianos tem preciosades neste mundo. A Espanha possui também excelentes exemplares como o CAVA FREIXENET CORDON NEGRO BRUT, com amarelo pálido. Finas borbulas e persistentes que produzem uma elegante espuma. Aromas bastante intensos e frutados dão a esse exemplar espanhol marcante presença.

Desde que fui convidado para escrever no The Wine is on the Table que eu fiquei na dúvida sobre o que escrever nesse primeiro post. Sendo um jornalista com alguma experiência em vinhos (alguns cursos, viagens, visitas a vinícolas do Chile e Argentina, leitura e muitos reais gastos com a bebida) e escrevendo sobre o assunto no blog que coordeno no site do jornal O DIA (Rio de Janeiro), tenho uma razoável quantidade de material para publicar (opiniões, avaliações e entrevistas).
Decidi então falar de duas coisas:
1- Na semana passada estive na degustação promovida pela rede de supermercados Zona Sul. O tema era Vinhos de Verão. Ou seja, espumantes e brancos que devem ser servidos gelados.
O evento aconteceu em um dos salões do hotel Sofitel, um dos mais luxuosos de Copacabana e, por ser restrito a convidados (clientes ou não), possibilitava andar, observar e degustar espumantes (na sua maioria) com calma e atenção.
São eventos como esse que podem fazer o consumidor comum ganhar mais conhecimento. Degustações e boas palestras (foram cinco no total, englobando todas as etapas do processo de produção dos espumantes). Nada melhor do que provar e descobrir qual vinho se adequa melhor ao seu gosto (e de graça!).
2- O site enoventos, capitaneado pelo amigo Oscar Daud, realizou duas pesquisas comparando preços de vinhos em supermercados. No Rio (base de Oscar) foram comparados 13 supermercados e 66 rótulos. Em São Paulo a pesquisa se restringiu ao Pão de Açúcar, que foi comparado com ele mesmo em outros estados do Brasil. No fim das contas descobre-se que quem mora em São Paulo paga mais pelos vinhos do Pão de Açúcar do que os que compram em Brasília!
Espero que tenham paciência para os próximos posts.
