Archive for the ‘Vinho Verde’ Category

Sempre fui um aficcionado por tecnologia, e o que ela proporciona em nossas vidas. Nesse emarannhado de informações o usuário não é mais passivo ao que escuta. O usuário quer experiências e interatividade.

Muito além de um telefone celular, ou smartphone, ou mesmo um computador de última geração, o que tem pipocado na rede nos últimos tempos, são as comunidades, e ferramentas que alavancam a popularização do vinho.

Logicamente, iniciando por nossas terras brazucas, o trabalho do Alexandre no Enoblogs, foi uma iniciativa muito eficaz para contribuir, e popularizar a cultura do vinho, agregando os blogs dos apaixonados pela bebida preferida Bacco.

Escrever um blog, ou ainda construir uma comunidade na web, é simples tecnicamente falando, já que a grande maioria das ferramentas utilizadas em mídias sociais são intuitivas e nos permite em tempo muito reduzido disponibilizar informação sobre nossas impressões e achados dos vinhos.

Navegando por aí encontrei hoje um site bem interessante, que permite ao usuário publicar seu vinho, suas impressões e ainda dar sua própria nota! No Adegga, você consegue, dar notas, fazer seus comentários e interagir com outros usuários de maneira bem simples.

O cadastro é gratuito e com certeza vale a pena para quem não conhece.

Saúde!

Foto Divulgação Continuando os comentários sobre Vinhos Verdes, após o excelente evento realizado pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes, na sede do Jóquei (no Centro da cidade), vamos a mais alguns ‘detalhes’ sobre essa classificação única de vinhos.

Como todos os vinhos portugueses, os Verdes são produzidos a partir de castas únicas em todo o mundo, como a Alvarinho, Loureiro, Vinhão, Espadeiro e Amaral, por exemplo. Só isso já é razão suficiente para sabores e aromas que não serão encontrados em nenhuma outra parte do mundo.

Para ter uma noção da importância dos Vinhos Verdes, eles só perdem em volume de produção para os Vinhos do Porto. Como havia comentado na semana passada, os Vinhos Verdes são excelentes para o verão do Rio. Eles devem ser servidos gelados e sua acidez e gás dão uma sensação de frescor que pode rivalizar com os espumantes, tão na moda.

Foto DivulgaçãoNo evento foram degustados oito vinhos (brancos e rosés), além de vários outros que estavam sendo oferecidos em stands e que não faziam parte da ‘apresentação oficial’. Dentre os oito oficiais o meu destaque foi para o Quinta da Pena, um vinho branco produzido 100% com a casta loureiro (que tem esse nome por ter aroma que lembra folhas de louro). Com aromas que lembram abacaxi e pêssego em calda, o Pena se destacou dos demais – embora apenas um deles possa ser considerado fraco.

Nas prateleiras dos supermercados é comum encontrar apenas o sempre presente Casal Garcia, a quantidade de rótulos e a variedade de castas e misturas delas faz com que seja impossível dizer que um vinho não é bom. Só mesmo na base da tentativa e erro.

Para saber mais, aconselho uma visita ao ótimo site oficial dos Vinhos Verdes - em www.vinhoverde.pt. Lá há informações, lista completa dos produtores e até mesmo dicas de harmonização e algumas receitas bastante interessantes.

Mas lembre-se: os vinhos verdes são, por definição, jovens. Portanto, procure sempre comprar os de safra mais recente e tente verificar como estavam as garrafas. Um bom condicionamento (longe do sol e temperaturas quentes) é indispensável para que a bebida não o decepcione.

bottleComemoramos nosso primeiro ano em funcionamento trazendo novidades, pesquisando e buscando sempre o que mais nos encanta no mundo dos vinhos.
Que neste natal, cada garrafa de vinho aberto seja a comemoração de mais uma alegria entre tantas outras que esperamos que Papai Noel traga a todos.
E que 2009 seja um ano perfeito como num terroir fertil produzindo excelentes exemplares de alegrias únicas.

Morando no Rio de Janeiro, com o calor senegalesco característico da cidade, não é de se estranhar que os vinhos brancos, espumantes e afins ganhem muitos ‘simpatizantes’ e apareçam com destaque em vários restaurantes e cartas de vinhos de casas de espetáculos.

Por motivos que vão do puro desconhecimento até a pouca oferta e a má conservação de alguns rótulos oferecidos em lojas e supermercados, nunca fui muito fã dos Vinhos Verdes. Para aprender mais e, quem sabe, mudar de opinião, fui ao evento promovido pelos produtores e pela Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes.

Os Vinhos Verdes têm por característica serem leves, terem um pouco de gás e um baixo teor alcoólico, o que os torna muito refrescantes, ótimos para lugares quentes como o Rio. Foram oito vinhos apresentados (e outros tantos em stands em uma ‘mostra paralela’).

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