Archive for fevereiro, 2009
A associação brasileira dos sommeliers em evento no próximo dia 9 recebem a nova importação da Costazzurra: os vinhos San Jose de Apalta.
Apalta faz parte do Vale do Colchagua, sub-região do Vale de Rapel, a cerca de 160km a sudoeste de Santiago. Esta região do Chile é propícia ao cultivo de quaisquer tipos de uvas, pois o clima é bem diversificado. Foi nos anos 70 que surgiu na região de Apalta, a vinícola San José, de modo bem peculiar e familiar. A partir de 1994, os proprietários da vinícola de San José decidiram investir em tecnologia avançada para elaborar vinhos finos e entrar no mercado de exportações.
Os vinhos chilenos possuem como características aroma frutado e cor atraente, acentuados de acordo com a tipicidade de cada variedade. Já estão no Brasil os rótulos importados pela Costazzurra: 03 Varietais (Cabernet, Carménère e Chardonnay); 02 Reservas (Cabernet e Carménère), 01 Gran Reserva (Corte Cabernet e Carménère) e 01 Ícone chamado Friends Collection (Corte Cabernet, Carménère e Shiraz).
Os vinhos de San José de Apalta já receberam importantes premiações, onde se destacam o CataD`Or Hyatt Chile realizado em 2008, em que o Cabernet Sauvignon Reserva, safra 2007, recebeu medalha de prata. No concurso Mundial de Bruxelas, em 2008, o Carménère Reserva, safra 2007, levou a medalha de prata. Neste mesmo ano o Carménère Varietal, reserva 2007, foi congratulado com a medalha de prata e o Carménère Reserva, safra 2007, com a medalha de ouro no Concurso Carménère al Mundo.
Sabe aquela festa que você resolveu dar em sua casa, ou no salão de festas de seu prédio, serviu vinho a todos e depois de um gole ninguem sabe qual é sua taça?
Aqui vai uma dica para resolover esse problema: a empresa PINKISH, criou marcadores para copos e taças com arte em Murano que, além de decorar as taças de todos os convidados, também evita que as mesmas sejam confundidas em meio a tantas outras.
Mais informações no site da empresa
A 13ª reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Viticultura, Vinhos e Derivados, aprovou na última sexta feira (13), em Bento Gonçalves/RS a adoção do selo fiscal para vinhos nacionais e importados. A facilidade de identificação do produto nos postos de distribuição, a redução de fraudes, evitar a concorrência desleal e sonegação fiscal, bem como maior controle dos volumes comercializados pelas empresas engarrafadoras foram as vantagens discutidas e aprovadas na ocasião.
Segundo o presidente interino da Câmara, Carlos Paviani, entre as ressalvas apresentadas para aceitação está a colocação do selo nos vinhos importados seja no país de origem e não nas fronteiras de internacionalização do produto.
As empresas e entidades pediram um prazo de dois anos para avaliação da medida, redução do Imposto de Produtos Industrializados (IPI) para os produtos genuínos (vinhos) e aumento de tributos para os derivados da uva e do vinho.
A ampliação do cadastro vitícola também foi um dos temas abordados. A idéia é que o processo comece pelos três estados da região Sul, já que são responsáveis pelo cultivo de 50 mil hectares de uva. Segundo Paviani, a expectativa é que, em maio, ocorra reunião para definir o modelo a ser utilizado.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a viticultura representa uma área de 71 mil hectares, com vinhedos localizados desde o extremo sul do país até regiões próximas ao equador. A produção, nos últimos anos, tem registrado 1,2 milhão de toneladas. Destes, 45% são destinados ao processamento para elaboração de vinhos, sucos e derivados, e 55% comercializados para o consumo in natura nos mercados interno e externo.
Resta saber se a adoção deste selo vai pesar no bolso do consumidor, como sempre acontece, já que isso implicará obviamente aumento nos custos de manuseio e aplicação dos selos…
Neste final de semana tive a oportunidade de experimentar dois exemplares que o Wal-Mart e o Sam´s Club trouxeram ao Brasil. Obviamente não falo aqui de um Malbec e de um Cabernet Sauvignon nas cifras de 40/60/100 reais, mas de algo em torno de 15 reais que serve razoavelmente a sua mesa com boa qualidade e boa opção custo benefício entre vinhos chilenos.
Os vinhos Panul chegaram pelo Sul do país, no Rio Grande do Sul, no Paraná e em Santa Catarina. Só em 2007, mais de 300 mil garrafas foram comercializadas na região. Com a linha disponível em todo o país, o Wal-Mart Brasil já estima comercializar 600 mil unidades em 2009, dobrando o número registrado no ano passado. Com cinco varietais tintos e dois brancos, a rede oferece os produtos por menos de R$ 10,00. Já as opções Reserve ficam na casa dos R$ 15,00.
O Panul Malbec tem corpo médio e é um tinto bem leve para acompanhar queijos leves, com aromas de ameixas maduras e notas de chocolate pouco amargo. Já o Cabernet Sauvignon é um pouco mais forte e encorpado mas que acompanha um bom queijo parmesão com propriedade.
Vale a pena conferir.
Por mais que se tenha uma memória privilegiada, é praticamente impossível guardar todos os vinhos que vocâ já tomou ou ainda aqueles que você quer procurar.
Ainda assim você teria que levrar grandes volumes de livros e anotações para suas referências.
Some-se a isto tentar lembrar das uvas, regiões e notas destes mesmos exemplares. Difícil não? Agora a tecnologia permite a você levar em seu iPhone ou seu iPod Touch o aplicativo do site Wine Enthusiast.
Você ainda tem notas, regiões, dicas, preços (em dólar – pelo menos para referência), dicas para se comprar um bom vinho, e até um glossário sobre os termos mais utilizados no fantástico mundo do vinho.
Vale a pena experimentar, já que é um aplicativo relativamente barato pelo volume de informações que oferece.
Mais informações você encontra na Apple Store no site da Apple Brasileira.


Uma boa dica para quem quiser saber mais sobre vinhos e estiver na capital paulista. A Enoteca Saint VinSaint inicia seus cursos – ministrado pelo sommelier Rodrigo Stella.
Vale conferir.
