Os vinhos chilenos mais populares são feitos para consumo imediato e mesmo os melhores não necessitam tanto tempo para estar prontos. Há exceções, mas considero arriscado guardar um bom vinho do Chile, mais do que sete ou oito anos. O risco e grande  e não há tanto a ganhar.

 

A Tarapacá faz parte de um grande conglomerado com produtos de vários níveis. Ela é do Valle de Maipo, mas este produto é do Valle Central, indicando que pode ter sido feito com uvas das principais zonas vinícolas do Chile.

 

Este vinho, SAFRA 2007,  é particularmente atraente pelo preço (hoje encontrado na Épice –São Paulo - 2910-4662 – R$ 14,92). Um tinto decente que se deixa beber com facilidade a um preço realmente atraente. Deve melhorar com um tempo na garrafa. Ainda está muito tânico e ressecante, o que não se percebe quando é consumido com comida.

Cor violácea de vinho bem novo. Aroma agradável e bem típico dos vinho chilenos tradicionais, evocando aspectos vegetais como os de eucalipto e menta. Primeira impressão na boca muito gostosa, intensa. Depois ficou um pouco rústico meio ressecante. Pouco concentrado e curto. Melhorou com o tem no copo. Álcool bem equilibrado 13%.

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